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Romanceiro e memória

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Orientador(es)

Resumo(s)

Até à introdução da imprensa de caracteres móveis, e não só, a leitura em voz alta era a forma de ler. Assim era feita a transmissão de toda a literatura. Por isso, ler era dizer, e disso fica a marca clara do livro "que diz" ou do "autor que fala". Por isso, repito, ler era, entre outras coisas, ler em voz alta para um vasto auditório. Sim, porque o próprio teatro podia até não ser representado mas, simplesmente, lido em voz alta; e disso temos bons exemplos com a "Celestina" ou, em Portugal, com Gil Vicente, na "Comedia de Don Duardos".

Descrição

Coordenação de José Pedro Serra, Helena Carvalhão Buescu, Ariadne Nunes e Rui Carlos Fonseca

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Centro de Estudos Clássicos/Centro de Estudos Comparatistas/Húmus

Licença CC