Publicação
Esquizofrenia – patologia e terapêutica
| dc.contributor.advisor | Rocha, João | |
| dc.contributor.author | Albano, Daniela Alexandra dos Santos | |
| dc.date.accessioned | 2013-11-13T18:20:34Z | |
| dc.date.available | 2013-11-13T18:20:34Z | |
| dc.date.issued | 2012 | |
| dc.description | Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2012 | por |
| dc.description.abstract | A Esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica com uma prevalência mundial aproximada de 1% e que provavelmente engloba várias patologias. Não parece distinguir raça, sexo ou idade, mas manifesta-se geralmente na idade adulta, podendo apresentar três fases sintomatológicas: a fase prodrómica, a fase psicótica e a fase residual. O curso da patologia é variável, assim como a extensão dos sintomas. De patologia com um prognóstico de demência inevitável no século XIX, passou a condição psiquiátrica extensamente estudada, em que a hipótese de remissão completa, apesar de diminuta, encontra-se documentada. O diagnóstico da Esquizofrenia, como sucede com a grande maioria dos transtornos mentais e demais psicopatologias, não pode ser efetuado através da análise de parâmetros fisiológicos ou bioquímicos e resulta apenas da observação clínica cuidadosa das manifestações do transtorno ao longo do tempo. A fisiopatologia da Esquizofrenia conheceu avanços científicos e tecnológicos e com eles surgiram evidências de anomalias estruturais e funcionais no cérebro de indivíduos esquizofrénicos. A interação genética e ambiental constitui a hipótese etiológica mais estudada, apresentando-se, até agora, como a teoria mais sólida e reprodutível. Os fármacos antipsicóticos vieram direcionar os ensaios fisiopatológicos para os sistemas de neurotransmissão cerebrais, mostrando resultados promissores. Estes não constituem o único tratamento da Esquizofrenia, mas são o seu foco principal, devido à eficácia nos sintomas psicóticos. Outros tratamentos devem ser aconselhados, uma vez que a farmacoterapia antipsicótica não cobre todo o espectro sintomatológico da Esquizofrenia. Clínicos e familiares devem trabalhar em conjunto para aumentar a qualidade de vida dos doentes, desenvolvendo estratégias individualizadas e baseadas na prática clínica. Mais de 100 anos de pesquisa acerca desta patologia ainda não conseguiram entender completamente o puzzle que é a Esquizofrenia, no entanto muito progresso ocorreu nas últimas duas décadas e muito ainda está por vir. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/3136 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | yes | por |
| dc.subject | Esquizofrenia | por |
| dc.subject | Sintomas | por |
| dc.subject | Fisiopatologia | por |
| dc.subject | Diagnóstico | por |
| dc.subject | Tratamento | por |
| dc.subject | Prognóstico | por |
| dc.title | Esquizofrenia – patologia e terapêutica | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | masterThesis | por |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia | por |
| thesis.degree.level | Mestre | por |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas | por |
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