Repository logo
 
Loading...
Thumbnail Image
Publication

Nanoplastic neurotoxicity in the Marine Mussel Mytilus galloprovincialis

Use this identifier to reference this record.
Name:Description:Size:Format: 
Acker_Thesis_MaCS_NPs_2021.pdf2.04 MBAdobe PDF Download

Abstract(s)

Plastic is a ubiquitous, long-lasting, problematic form of litter. It has been found everywhere on Earth, from the bottom of the ocean’s deepest trench to the top of the world’s tallest mountain. As the COVID-19 pandemic rages on, so does the global dependence on the usage of single use plastics (SUPs), such as disposable face masks and takeout food containers. Once released into the environment, plastic fragments break down into microplastics (1-5 mm) and nanoplastics (1-100 nm) due to fragmentation and degradation processes. Compared to microplastics, nanoplastics have a much larger surface area to volume ratio, which makes them more reactive since they can adsorb different chemicals and travel across biological barriers. The present research was conducted to unravel potential toxicity responses caused by nanoplastics. This suggests that the seeping of plastics through cell membranes can affect all organisms, including those in higher trophic levels that consume contaminated prey. Toxins caused by nanoplastics may travel up the food chain and pose a risk to human health. This study confirmed neurotoxic effects in the gills of marine mussels Mytilus galloprovincialis after an exposure of 10 μgL-1 of Polystyrene (PS) nanoplastics after 21 days of contamination followed by 14 days of depuration using the biomarker Acetylcholinesterase (AChE).
Plástico é um componente do lixo omnipresente, duradoura e problemática. Encontra-se em todos os lugares da Terra, desde a maior profundidade do Oceano até o topo da montanha mais alta do mundo bem como nas calotes polares. Com o avanço da pandemia de COVID-19, observou-se um considerável aumento da dependência de plásticos de uso único (SUPs), como máscaras descartáveis e recipientes de embalagem de alimentos. Ao entrarem no ecossistema marinho, os plásticos estão sujeitos a processos de degradação e fragmentação alcançando tamanhos menores como os microplasticos (MPs; 1 – 5 mm) e nanoplasticos (NPs; 1 – 100 nm). Os NPs, em comparação com os MPs, têm uma área superfícial maior, e à medida que o tamanho dos NPs diminui, esta relação aumenta. No ecossistema marinho, esta característica dá aos NPs uma maior reatividade, possibilitando a entrada através de barreiras biológicas como também a absorção de outros compostos químicos presentes no meio ambiente. Este estudo teve por objetivo avaliar as potenciais respostas de toxicidade causada por NPs, uma vez que a facilidade destas partículas atravessarem barreiras biológicas poderá afetar todos os organismos, incluindo níveis tróficos mais elevados por consumo de presas contaminadas por NPs. Além disso, os efeitos tóxicos causados por NPs podem também, devido a biomagnificação na cadeia alimentar, representar um risco para a saúde humana. Este estudo confirmou a existência de efeitos neurotóxicos nas brânquias de mexilhões marinhos Mytlius galloprovincialis após uma exposição de 10 μg/L de nanoplasticos de poliestireno (nPS) durante 21 dias, seguido de 14 dias de depuração, utilizando como biomarcador a acetilcolinesterase (AChE).

Description

Keywords

Nanoplastics Ecotoxicology Neurotoxicity Mytilus galloprovincialis

Citation

Research Projects

Organizational Units

Journal Issue

Publisher

CC License