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Recursos de resiliência e indicadores de psicopatologia em adolescentes institucionalizadas e não institucionalizadas
datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
dc.contributor.advisor | Nunes, Maria Cristina de Oliveira Salgado | |
dc.contributor.author | Sousa, Ana Isabel Soares de | |
dc.date.accessioned | 2017-11-06T10:32:07Z | |
dc.date.available | 2017-11-06T10:32:07Z | |
dc.date.issued | 2017-06-26 | |
dc.date.submitted | 2017 | |
dc.description | Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2017 | |
dc.description.abstract | As adolescentes institucionalizadas devido a risco psicossocial familiar (i.e., vulnerabilidade socioeconómica e parentalidade deficitária das famílias) são tidas como um grupo de risco para o desenvolvimento de sintomas psicopatológicos do tipo internalizado e externalizado. Uma vez que este é um grupo ainda pouco estudado em Portugal, procurou-se, neste estudo, comparar adolescentes com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos, do sexo feminino, acolhidas em instituições (N = 50) com adolescentes que residem com a sua família (N = 92) em relação a recursos de resiliência e a indicadores de psicopatologia. Para esse efeito foram aplicados os seguintes instrumentos: escala de resiliência Healthy Kids Resilience Assessement Module – versão 6.0 (HKRAM), Brief Symptom Inventory (BSI), Escala de Problemas de Comportamento da Adolescent Psychopathology Scale - Short Form (APS) e um questionário de dados sociodemográficos e familiares. Os resultados obtidos neste estudo mostram que existem diferenças estatisticamente significativas entre estes dois grupos no que se refere ao total de sintomas psicopatológicos, expresso pelo BSI, e ao total de problemas de comportamento, expresso pela escala APS, com as adolescentes institucionalizadas a pontuarem mais nestas duas escalas. Em relação à escala HKRAM, foram encontradas diferenças estatisticamente significativas apenas em relação ao Envolvimento com a Família (com níveis de mais baixos nas adolescentes institucionalizadas), ao Envolvimento com a Escola (com níveis mais elevados nas adolescentes institucionalizadas), à Empatia e ainda às Metas e Aspirações (com as adolescentes institucionalizadas a apresentarem pontuações mais baixas nestas duas dimensões). Atendendo aos resultados obtidos, verificamos a importância de trabalhar as variáveis Envolvimento com a Família, Empatia e Metas e Aspirações junto das adolescentes institucionalizadas, bem como integrá-las em programas de promoção da Saúde Mental, que previnam a ocorrência de psicopatologia. | pt_PT |
dc.identifier.tid | 201740435 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/10156 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.subject | Institucionalização | pt_PT |
dc.subject | Psicopatologia | pt_PT |
dc.subject | Problemas de comportamento | pt_PT |
dc.title | Recursos de resiliência e indicadores de psicopatologia em adolescentes institucionalizadas e não institucionalizadas | pt_PT |
dc.type | master thesis | |
dspace.entity.type | Publication | |
rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | |
thesis.degree.level | Mestre | |
thesis.degree.name | Psicologia Clínica e da Saúde | pt_PT |