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As aldeias de montanha têm sido marcadas, no último meio século, por um processo de transformação profunda que se inscreve num quadro de forte recessão demográfica e de falência das economias rurais tradicionais. A esta transformação tem correspondido uma significativa diversidade de situações que
poderá ser percetível no interior de um mesmo núcleo ou resultar evidente da
comparação de aldeias mais ou menos próximas com características bastante
diferenciadas. Pretende-se retomar aqui a discussão em torno “às arquiteturas que
celebram ou esconjuram a história e a tradição”, procurando reconhecer as
diferentes circunstâncias que marcam a transformação dos aglomerados tradicionais, considerando o abandono de muitos conjuntos edificados, a reconstrução de outros, os modelos e tipologias características da emigração, a valorização do património e o propósito da sua conservação ou a reinvenção de uma tradição, por vezes, com recurso a elementos insólitos na arquitetura
vernacular. Os aglomerados que consideraremos a este propósito localizam-se
numa área que se estende dos planaltos da Freita às vertentes meridionais de
Montemuro, passando pelas serranias da Arada e de São Macário, correspondendo aos territórios de montanha do norte da Beira que, no interflúvio entre Vouga e Douro, marcam a transição do espaço atlântico para o espaço transmontano.
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Keywords
Territórios de montanha Arquitetura tradicional Casa do emigrante Desertificação Conservação do património
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Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa