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Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde face ao preservativo feminino

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O preservativo feminino é o único método que oferece controlo e proteção dual à mulher, mas a sua distribuição global é limitada, o grau de conhecimento sobre o tema é reduzido e as atitudes de diversas populações (incluindo os profissionais de saúde) são desfavoráveis. Considerando o papel dos profissionais de saúde na promoção do uso deste dispositivo, o presente estudo teve como objetivos avaliar a disponibilização/recomendação do preservativo feminino em diferentes unidades de saúde algarvias, caracterizar as representações, conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde e analisar a possível associação entre o conhecimento/atitudes face ao preservativo feminino e as variáveis sociodemográficas. Este estudo (de caráter exploratório e tipologia descritivo-correlacional) utilizou uma amostra de natureza não-aleatória, constituída por 138 médicos e enfermeiros que atuam em centros de saúde, hospitais e outras unidades de saúde algarvias. Os resultados mostraram que o preservativo feminino é disponibilizado e recomendado em poucas unidades de saúde algarvias. O dispositivo é mais frequentemente representado em termos das palavras “proteção”, “sexo” e “contraceção”. Os profissionais têm um conhecimento moderado e apresentam atitudes moderadamente favoráveis face a este método de barreira: as atitudes são mais favoráveis na dimensão Prazer e menos favoráveis na dimensão Profilaxia Melhorada. O conhecimento e as atitudes apresentam uma correlação negativa. As mulheres e os profissionais em unidades privadas aparentam possuir mais conhecimento do que os homens e os profissionais a exercer funções em hospitais/centros de saúde, respetivamente. Os inquiridos com menos tempo de profissão têm atitudes mais desfavoráveis face ao preservativo feminino e os profissionais de Alvor, Olhão e Faro apresentam atitudes mais favoráveis. Os resultados foram discutidos tendo por base a importância dos profissionais de saúde enquanto agentes primários da promoção do preservativo feminino, reforçando-se a necessidade de investir nas estratégias de promoção do dispositivo junto da população e dos profissionais de saúde.

Descrição

Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2014

Palavras-chave

Psicologia da saúde Mulheres Preservativos Profissionais de saúde Acessibilidade Representações Conhecimento Atitudes

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