Publicação
Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde face ao preservativo feminino
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Gomes, Alexandra | |
| dc.contributor.author | Morais, Alda Martins | |
| dc.date.accessioned | 2016-04-15T11:35:29Z | |
| dc.date.available | 2016-04-15T11:35:29Z | |
| dc.date.issued | 2014 | |
| dc.date.submitted | 2014 | |
| dc.description | Dissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2014 | |
| dc.description.abstract | O preservativo feminino é o único método que oferece controlo e proteção dual à mulher, mas a sua distribuição global é limitada, o grau de conhecimento sobre o tema é reduzido e as atitudes de diversas populações (incluindo os profissionais de saúde) são desfavoráveis. Considerando o papel dos profissionais de saúde na promoção do uso deste dispositivo, o presente estudo teve como objetivos avaliar a disponibilização/recomendação do preservativo feminino em diferentes unidades de saúde algarvias, caracterizar as representações, conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde e analisar a possível associação entre o conhecimento/atitudes face ao preservativo feminino e as variáveis sociodemográficas. Este estudo (de caráter exploratório e tipologia descritivo-correlacional) utilizou uma amostra de natureza não-aleatória, constituída por 138 médicos e enfermeiros que atuam em centros de saúde, hospitais e outras unidades de saúde algarvias. Os resultados mostraram que o preservativo feminino é disponibilizado e recomendado em poucas unidades de saúde algarvias. O dispositivo é mais frequentemente representado em termos das palavras “proteção”, “sexo” e “contraceção”. Os profissionais têm um conhecimento moderado e apresentam atitudes moderadamente favoráveis face a este método de barreira: as atitudes são mais favoráveis na dimensão Prazer e menos favoráveis na dimensão Profilaxia Melhorada. O conhecimento e as atitudes apresentam uma correlação negativa. As mulheres e os profissionais em unidades privadas aparentam possuir mais conhecimento do que os homens e os profissionais a exercer funções em hospitais/centros de saúde, respetivamente. Os inquiridos com menos tempo de profissão têm atitudes mais desfavoráveis face ao preservativo feminino e os profissionais de Alvor, Olhão e Faro apresentam atitudes mais favoráveis. Os resultados foram discutidos tendo por base a importância dos profissionais de saúde enquanto agentes primários da promoção do preservativo feminino, reforçando-se a necessidade de investir nas estratégias de promoção do dispositivo junto da população e dos profissionais de saúde. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202210910 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/8007 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Psicologia da saúde | pt_PT |
| dc.subject | Mulheres | pt_PT |
| dc.subject | Preservativos | pt_PT |
| dc.subject | Profissionais de saúde | pt_PT |
| dc.subject | Acessibilidade | pt_PT |
| dc.subject | Representações | pt_PT |
| dc.subject | Conhecimento | pt_PT |
| dc.subject | Atitudes | pt_PT |
| dc.title | Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde face ao preservativo feminino | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | |
| thesis.degree.level | Mestre | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde | pt_PT |
