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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O ensaísmo de referência sobre o Neo-Realismo tem insistido na heterogeneidade
congénita do movimento, respeitando aliás o pensamento de Mário Dionísio.
Quando protagonizou a reconstituição do campo intelectual e artístico português, desde meados
dos anos 1930, aquela frente cultural antifascista incorporou entendimentos conflituantes
do marxismo e do papel social da arte que culminaram na chamada Polémica Interna,
particularmente aguda entre 1952 e 1954. E, todavia, foram a amizade e a camaradagem
(nos sentidos estrito e amplo do termo) um elo agregador do Neo-Realismo em sucessivos
projectos artísticos e editoriais, bem como o respaldo necessário para a criação e a
resistência contra a repressão salazarista e o isolamento de intelectuais e artistas, numa
sociedade com altos índices de analfabetismo e estruturas culturais fragilíssimas.
Descrição
Palavras-chave
Neo-realismo português Movimento Literário ironia
Contexto Educativo
Citação
Editora
CEC-Centro de Estudos Comparatistas
