FCH3-Livros (ou partes, com ou sem arbitragem científica)
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Livro científico ou capítulo de livro científico ou obra que resulte de investigação
a) livro científico, com arbitragem científica, ou exposição com carácter individual e com comissariado ou direcção de trabalho performativo, com relatório avaliadob) capítulo de livro científico, com arbitragem científica, ou exposição em evento colectivo com comissariado ou participação em trabalho performativo, com relatório avaliado
c) livro científico, sem arbitragem científica, ou exposição com carácter individual e com comissariado ou direcção de trabalho performativo, sem relatório avaliado
d) capítulo de livro científico, sem arbitragem científica, ou exposição em evento colectivo com comissariado ou participação em trabalho performativo, sem relatório avaliado
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Recent Submissions
- A nostálgica autobiografia das coisas em Vidas Vencidas de Maria Ondina BragaPublication . Infante do Carmo, Carina; Pereira, Ana Catarina; Soares, Ana Isabel; Marques, JuliaA evocação faz nascer a voz autobiográfica que mergulha nas raízes da família, da casa da Braga natal e, também, nas suas ramificações em terras brasileiras, com várias gerações de parentes e conhecidos ali emigrados. Mais até do que eventos, relatam-se reminiscências, crenças, sonhos e leituras — matéria do imaginado e do “não-acontecido” que alimenta a enunciação ondiniana, como o sublinha Pedro Mexia (2022). Assim vai a narradora reconstituindo o lar familiar perdido e as histórias dos seus habitantes, enquanto faz projecções sobre os caminhos que lentamente lhe alargaram o horizonte pelas sete partidas do mundo e que, pela necessidade de contar histórias, a transformaram numa escritora.
- E Agora, José? de José Cardoso Pires e a memória antifascistaPublication . Infante do Carmo, CarinaE Agora, José? (1977) é o primeiro livro que José Cardoso Pires publica depois da Revolução Portuguesa (1974-1976), reunindo ensaios, textos testemunhais e de intervenção pública, anteriores, coevos ou posteriores a esse marco maior da história portuguesa contemporânea. O dever de memória leva o escritor a recapitular os efeitos castradores da ditadura sobre o campo cultural e a evidenciar a resposta contra-hegemónica antifascista em que se destacou o Neo-realismo. Subsequentemente identifica o substrato antifascista da floração revolucionária, analisando as suas conquistas, impasses e derrotas no Portugal democrático nascido a 25 de Abril de 1974. Assim se conjugam a auto-representação do escritor que se olha ao espelho depois dos 50 anos e a assunção de um tempo colectivo em que o júbilo emancipatório de Abril sofreu já um golpe contra-revolucionário e os vencedores daquele processo histórico forjam um consenso para obliterar a memória da resistência
- A literatura portuguesa e as cinzas da I Guerra MundialPublication . Infante do Carmo, CarinaIntitulei esta minha intervenção "A literatura portuguesa e as cinzas da I Grande Guerra" para falar sobre a literatura entre o final dos anos 1920 e a entrada da década de 1930 que, entre nós, tratou este momento verdadeiramente inaugural do século XX.
- A espetacularização da educação artística: investigando o imaginário visual de uma escola do 1º ciclo do ensino básicoPublication . Fernandes, João Álvaro; Fragoso, António; Sales, José Albio Moreira de; Tavares, Mirian NogueiraEste artigo apresenta os resultados da investigação realizada sobre o imaginário visual de uma escola do 1º ciclo do ensino público português. O estudo realizado, que suscitou as reflexões aqui apresentadas, centrou-se na ideia de que a imagem é cada vez mais (a) protagonista (central) da sociedade da atualidade.
- Mito de Perséfone no espaço familiar de Armando CorreiaPublication . Nogueira, Adriana; Furtado, Rodrigo; Rodrigues, Nuno Simões; Lóio, Ana; Valério, João PauloO artigo analisa a receção do mito de Perséfone na obra de Armando Correia, integrada no espaço doméstico do artista. A análise cruza fontes clássicas com a leitura visual e espacial da obra. Defende-se que a mitologia desempenha um papel estruturante no discurso estético do artista, contribuindo para os estudos de receção clássica fora do contexto museológico.
- (Re)interpretações do património conventual feminino: espaços, memórias e reutilizaçõesPublication . Marado, Catarina Almeida; Sancho Querol, Lorena; García Romero, María del Castillo; Medeiros, Ismael EstevensÉ com particular satisfação que, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, tenho a honra de redigir uma breve nota introdutória à obra (Re)interpretações do património conventual feminino: espaços, memórias e reutilizações | Re-interpreting female conventual heritage: space, memories, and reuse. Esta publicação integra-se no âmbito do Projeto CONVENTUS - Novos olhares sobre o edifício do antigo Convento de São José em Lagoa, promovido pelo Município de Lagoa em estreita articulação com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e o Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património - Polo Universidade do Algarve. A obra que agora se publica resulta do trabalho produzido no âmbito do Projeto CONVENTUS, conjugando a investigação realizada no seio do projeto com a de outros investigadores e investigadoras da área que se reuniram em torno das problemáticas da arquitetura conventual, nomeadamente no Seminário Internacional “Novos olhares sobre a arquitetura e o património conventual feminino”, realizado em Lagoa, em novembro de 2024. Este encontro constitui um dos muitos legados intelectuais do CONVENTUS, reunindo não apenas os contributos de muitas das investigadoras e investigadores convidados para o encontro, mas também de projetos levados a cabo em diferentes países, áreas disciplinares e contextos institucionais. Em comum, os dez artigos que dão corpo ao livro partilham entre si o interesse convergente pelo património conventual - predominantemente o feminino, mas também o masculino, ao explorarem as suas múltiplas expressões temporais e espaciais e as suas implicações sociais e arquitetónicas.
- Guidelines for good practice in Science CommunicationPublication . Conceição, Manuel CélioScience communication (SciComm) is a discipline that aims to create methodological and communication frameworks to share scientific knowledge with a large range of possible audiences, from peers to the general public. The objective is to bridge the gap between complex scientific or technological knowledge and the identified target audience, making science understandable, accessible and engaging. Effective SciComm relies on several basic principles of communication. Clarity is the key; using simple language and terminology without sacrificing accuracy helps in conveying complex ideas. It may involve storytelling, framing scientific discoveries, or theories in narratives that can be linked to people's experiences or curiosity. Engagement is crucial to encourage interactions, questions, and discussions and thus foster deeper understanding. Furthermore, tailoring the message to the audience's interests and prior knowledge enhances the relatability of the scientific information.
- Apropiación cultural e contradiscurso históricoPublication . Lama López, Maria Xexús; Botana Vilar, María Jesús; Mariño Gómez, ClaudiaA literatura galega comeza o seu renacer no século XIX nun contexto de reivindicacións nacionalistas que é un eco do movemento que percorre toda Europa dende mediados do século XVIII. Ante a necesidade de xustificar a defensa dunha identidade colectiva diferenciada, imponse o proxecto de recuperar unha historia silenciada e terxiversada dende a cultura hexemónica con intención asimiladora e uniformizadora. Xorde así a través do discurso histórico a postulación da orixe celta do pobo galego, unha idea que funcionará como mythomoteur1 no que se fundamenta a formación discursiva nacionalitaria e que, dende o eido da ideoloxía, se transfire inmediatamente á creación literaria adquirindo unha dimensión estética fundamental. Este mito ten unha eficacia interna extraordinaria para a formación do imaxinario colectivo galego e para a formación discursiva nacionalista, xa que serve para proporcionar unha etnia de identificación —a dos pobos celtas— e, ao mesmo tempo, unha etnia de exclusión fronte á cal pode afirmarse o novo grupo, pois a Galicia celta érguese fronte ao resto da Península de orixe ibera. Seguindo a análise semiolóxica do mito que propón Barthes nas súas Mythologies, no caso do mito celta o "significante" —a reivindicación da orixe celta de Galicia— preséntase unido de maneira natural ao "concepto" —a nacionalidade galega—. A relación que une o concepto do mito á forma é, basicamente, unha relación de deformación (Barthes, 1957: 207) que, neste caso, transmuta a historia en natureza; así pois, o significante parece dar lugar ao significado —a orixe celta xustifica a existencia da nación—, cando en realidade o mecanismo que funciona para crear o mito é o contrario: a necesidade de demostrar a existencia da nación esixe a crenza nun pasado común dende as orixes máis remotas.
- Apropiación cultural e contradiscurso históricoPublication . Lama López, Maria Xexús; Botana Vilar, María Jesús; Mariño Gómez, ClaudiaA literatura galega comeza o seu renacer no século XIX nun contexto de reivindicacións nacionalistas que é un eco do movemento que percorre toda Europa dende mediados do século XVIII. Ante a necesidade de xustificar a defensa dunha identidade colectiva diferenciada, imponse o proxecto de recuperar unha historia silenciada e terxiversada dende a cultura hexemónica con intención asimiladora e uniformizadora. Xorde así a través do discurso histórico a postulación da orixe celta do pobo galego, unha idea que funcionará como mythomoteur1 no que se fundamenta a formación discursiva nacionalitaria e que, dende o eido da ideoloxía, se transfire inmediatamente á creación literaria adquirindo unha dimensión estética fundamental. Este mito ten unha eficacia interna extraordinaria para a formación do imaxinario colectivo galego e para a formación discursiva nacionalista, xa que serve para proporcionar unha etnia de identificación —a dos pobos celtas— e, ao mesmo tempo, unha etnia de exclusión fronte á cal pode afirmarse o novo grupo, pois a Galicia celta érguese fronte ao resto da Península de orixe ibera. Seguindo a análise semiolóxica do mito que propón Barthes nas súas Mythologies, no caso do mito celta o "significante" —a reivindicación da orixe celta de Galicia— preséntase unido de maneira natural ao "concepto" —a nacionalidade galega—. A relación que une o concepto do mito á forma é, basicamente, unha relación de deformación (Barthes, 1957: 207) que, neste caso, transmuta a historia en natureza; así pois, o significante parece dar lugar ao significado —a orixe celta xustifica a existencia da nación—, cando en realidade o mecanismo que funciona para crear o mito é o contrario: a necesidade de demostrar a existencia da nación esixe a crenza nun pasado común dende as orixes máis remotas.
- Ritratti del III secolo d. C. dalla Beozia1 Testimonianze archeologiche ed epigrafichePublication . Aravantinos, Margherita BonannoIn questo studio sono esaminati i ritratti datati al III secolo d. C. rinvenuti in Beozia. Si tratta di cinque ritratti, attribuibili alla produzione attica. Quattro, tre maschili e uno femminile, sono conservati nei Musei Archeologici di Tebe e di Cheronea. Un ritratto maschile, recentemente individuato nei magazzini del Museo Archeologico Nazionale di Atene come proveniente da Tebe, è stato identificato con Pupieno ed è l’unico ritratto dell’imperatore finora rinvenuto in Grecia. L’esame delle epigrafi incise sulle basi prova che le città della Beozia innalzarono molte altre statue ritratto a imperatori, a membri della famiglia imperiale, a magistrati e a personaggi eminenti della società locale, sacerdotesse e filosofi. Sia i ritratti, sia le basi iscritte sono privi del contesto di provenienza, ma offrono informazioni per la storia e la società della Beozia nel III secolo d. C.
