Publicação
Bem-estar subjectivo e vivencias perante a morte de um paciente
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Vieira, Luís Sérgio | |
| dc.contributor.author | Gomes, Mário João Pinto | |
| dc.date.accessioned | 2018-04-09T08:56:24Z | |
| dc.date.available | 2018-04-09T08:56:24Z | |
| dc.date.issued | 2010 | |
| dc.date.submitted | 2010 | |
| dc.description | Dissertação de mestrado em Psicologia especialização em Psicologia da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve. Departamento de Psicologia, Universidade Autónoma de Lisboa, 2010 | |
| dc.description.abstract | A felicidade e a morte são dois fenómenos que desde a antiguidade têm fascinado o Homem. O contacto com a morte é difícil e angustiante para quem a vivência, podendo ser mais ainda para quem a observa. Um acontecimento traumático como este requer ajustamento no modo de entender, de perceber e de estar no mundo. Cuidar de doentes em fase terminal ou moribundos constitui um enorme desafio para os enfermeiros. Mesmo o profissional de saúde, ser finito como qualquer ser humano, também enfrenta os mais profundos dos dilemas existenciais quando se depara com a morte no seu contexto de trabalho. Neste surge a necessidade de perceber a relação entre o Bem-estar Subjectivo e os sentimentos vivênciados aquando a Morte de um paciente, de forma a salientar, cientificamente, a importância e o papel do Bem-estar Subjectivo neste acontecimento traumático. Desta forma desenvolveu-se um estudo descritivo e correlacional, do tipo exploratório, na cidade de Leiria entre 24 e 30 de Maio de 2009. A amostra foi não probabilística e centrou-se em 76 estudantes de enfermagem, provenientes das várias escolas de enfermagem do país, por considerar que ao longo da sua carreira o profissional de enfermagem desenvolve competências pessoais, relacionais e técnicas, sendo de esperar que também desenvolva maior resiliência fruto de um madurecimento das suas capacidades de coping. Os resultados levam-nos a concluir que não parece existir uma relação significativa entre o BES e os sentimentos vivênciados pelos alunos perante a morte de um paciente, bem como os factores externos que rodeiam a morte de um paciente em contexto de ensino clínico têm pouca influência na vivência desta. Não obstante, é necessário buscar saberes a outras ciências e criar um maior espaço para informação, discussão e, principalmente, oportunidades para a compreensão do fenómeno. | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/10581 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Bem-estar subjectivo | pt_PT |
| dc.subject | Doentes terminais | pt_PT |
| dc.subject | Enfermeiros | pt_PT |
| dc.subject | Sentimentos vivenciados | pt_PT |
| dc.title | Bem-estar subjectivo e vivencias perante a morte de um paciente | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | restrictedAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.discipline | Psicologia da saúde | |
| thesis.degree.grantor | Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | |
| thesis.degree.level | Mestre | |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia | pt_PT |
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