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Psicopatologia de tipo internalizante e recursos de resiliência em adolescentes

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologiapt_PT
dc.contributor.advisorLemos, Ida
dc.contributor.authorRosado, Daniela Patrícia Garcia
dc.date.accessioned2017-08-29T11:40:46Z
dc.date.available2017-08-29T11:40:46Z
dc.date.issued2016-12-16
dc.date.submitted2016
dc.descriptionDissertação de mestrado, Psicologia Clínica e da Saúde, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2016
dc.description.abstractO presente estudo tem por objetivo principal investigar eventuais relações entre problemas psicopatológicos do tipo internalizante (Perturbação de Ansiedade Generalizada, Perturbação de Pós-Stress Traumático, Depressão Major, Suicídio, Problemas de Autoconceito e Problemas Interpessoais) e a presença ou ausência de recursos de resiliência (externos e internos) numa amostra de 620 adolescentes da população geral, de modo a compreender quais os recursos protetores ou de resiliência com maior impacto na presença de problemas psicopatológicos. Do mesmo modo, foi objetivo analisar quais os fatores individuais (e.g., sexo, idade, sucesso académico) e contextuais (e.g., família, escola, pares e comunidade) que poderiam influenciar a presença ou ausência de problemas psicopatológicos, estando estes associados ao bem-estar e adaptação psicossocial dos adolescentes. Para recolha de informação utilizámos a escala California Healthy Kids Resilience Assessment Module – versão 6.0 (Benard, 1995), o Inventário de Sintomas Psicopatológicos – BSI (Derogatis, 1977), e a Escala de Psicopatologia do Adolescente - APS-SF (Reynolds, 2000). Relativamente aos principais resultados obtidos, as raparigas reportavam mais psicopatologia do tipo internalizante do que os rapazes e os adolescentes mais velhos (15-19 anos) apresentavam mais sintomas psicopatológicos. Os resultados sugerem ainda que os adolescentes que apresentavam sintomatologia do tipo internalizante relataram menos recursos de resiliência internos e externos para lidar com a adversidade. Por último, a resiliência surgiu como um fator preditor dos problemas de autoconceito.pt_PT
dc.identifier.tid201706288pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/9910
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectAdolescênciapt_PT
dc.subjectPsicopatologia do tipo internalizantept_PT
dc.subjectRecursos de Resiliênciapt_PT
dc.subjectEscala da Psicopatologia do Adolescente – APS-SFpt_PT
dc.titlePsicopatologia de tipo internalizante e recursos de resiliência em adolescentespt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.namePsicologia Clínica e da Saúdept_PT

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