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Authors
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Abstract(s)
Little information exists on the role of dietary lipids on the bone metabolism in fish. A trial was undertaken to evaluate the effect of dietary lipid sources as modulators of bone fatty acid composition, mineralization and skeletal metabolism in fast-growing seabream juveniles. Twelve homogenous groups of 25 seabream juveniles each (mean initial body weight of 39.3 1.4 g) were stocked in 90 L tanks and fed one of four semi-purified experimental diets formulated to be isonitrogenous (crude protein, 46% DM), isolipidic (15% DM) and isoenergetic, but with variable oils sources. The dietary lipid sources under testing were: a) cod liver oil (FO, a source of n-3 LC-PUFA); b) soybean oil (SBO, a source of n-6 fatty acids); c) linseed oil (LSO, a source of non-LC-PUFA n-3 fatty acids); and d) palm oil (PO, a source of saturated fatty acids). Overall growth performance criteria and whole-body composition of fish were not significantly affected by the various dietary experimental treatments (P>0.05). Bone fatty acid composition was altered by the dietary fatty acid profile, but suggests the existence of conservative mechanisms for some specific fatty acids, namely DHA. While the calcium content of bone was little affected by the dietary treatments, bone phosphorus level in seabream fed the cod liver oil diet was significantly higher (P<0.05) than those found in fish fed the vegetable oil diets. Microscopic observation of tetracycline-marked vertebrae showed that mineral deposition in vertebrae of fish fed the LSO diet was significantly lower (P<0.05) than that found in fish fed the FO and SBO diets. Tartrate-resistant acid phosphatase (TRAP) activity in bone homogenate was positively correlated (r = 0.658) with α-linolenic acid (ALA, 18:3n-3) intake, while an increased intake of EPA (r = -0.478) and DHA (r = -0.536) tended to reduce TRAP activity. Alkaline phosphatase (ALP) activity in bone homogenates was positively correlated with intake of EPA (r = 0.763) and DHA (r = 0.793). In comparison to fish fed the FO and LSO diets, those fed the SBO and PO diets showed a significant reduction (P<0.05) of total phospholipase A2 (PLA2) activity in bone homogenates. However, such changes could not be clearly attributable to cytosolic PLA2. Overall data confirm that dietary lipids are important modulators of bone metabolism in a marine teleost, such as gilthead seabream.
Este estudo visa avaliar o efeito de fontes de lípidos na dieta como elementos moduladores da composição óssea em ácidos gordos, da mineralização e metabolismo ósseo em juvenis de dourada. Doze grupos homogêneos de 25 juvenis de dourada (peso inicial médio de 39.3 1.4 g) foram colocados em tanques de 90 L e alimentados durante 46 dias com uma de quatro dietas experimentais. Estas dietas experimentais eram isoprotéicas (proteína bruta, 46% de MS), isolipídicas (15% MS) e isoenergéticas, mas com fontes de óleos variáveis. As fontes de lípidos testadas foram: a) óleo de fígado de bacalhau (FO, uma fonte de n-3 LC-PUFA), b) óleo de soja (SBO, uma fonte de de ácidos gordos n-6), c) óleo de linhaça (LSO, uma fonte de ácidos gordos da série n-3, mas não LC-PUFA), e d) óleo de palma (PO, uma fonte de ácidos gordos saturados). Critérios associados ao crescimento em peso e à composição proximal do peixe inteiro não foram significativamente afetadas pelas dietas experimentais (P>0,05). A composição de ácidos gordos do osso foi alterada pelo perfil de ácidos gordos da dieta, mas sugere a existência de mecanismos de conservaçãos de alguns ácidos gordos específicos, nomeadamente do DHA. Embora o teor de cálcio do osso tenha sido pouco afetado pelos tratamentos alimentares, o nível de fósforo no osso de douradas alimentadas com a dieta de óleo de fígado de bacalhau foi significativamente superior (P<0,05) do que aqueles encontrados nos peixes alimentados com as dietas de óleo vegetal. A observação microscópica de tetraciclina marcado nas vértebras mostraram que a deposição mineral em vértebras de peixes alimentados com a dieta LSO foi significativamente menor (P<0,05) do que a encontrada nos peixes alimentados com dietas FO e SBO. Actividade da fosfatase ácida resistente ao tartarato (TRAP) em homogeneizado de osso foi positivamente correlacionada (r = 0,658) com ácido α-linolénico (ALA, 18:3 n-3), ao passo que um aumento da ingestão de EPA (r = -0,478) e DHA (r = -0,536) teve tendência a reduzir a atividade TRAP. Atividade de fosfatase alcalina (ALP) em homogeneizados de osso foi positivamente correlacionada com a ingestão de EPA (r = 0,763) e DHA (r = 0,793). Em comparação com os peixes alimentados com a FO e LSO dietas, aqueles alimentados com as dietas SBO e PO mostrou uma redução significativa (P <0,05) do total de fosfolipase A2 (PLA2) atividade em homogeneizados ósseos. No entanto, estas alterações não foram claramente associadas à actividade da PLA2 citosólica. Os resultados deste trabalho, confirmam que os lípidos alimentares desempenham um papel importante na modulação do metabolismo ósseo da dourada.
Este estudo visa avaliar o efeito de fontes de lípidos na dieta como elementos moduladores da composição óssea em ácidos gordos, da mineralização e metabolismo ósseo em juvenis de dourada. Doze grupos homogêneos de 25 juvenis de dourada (peso inicial médio de 39.3 1.4 g) foram colocados em tanques de 90 L e alimentados durante 46 dias com uma de quatro dietas experimentais. Estas dietas experimentais eram isoprotéicas (proteína bruta, 46% de MS), isolipídicas (15% MS) e isoenergéticas, mas com fontes de óleos variáveis. As fontes de lípidos testadas foram: a) óleo de fígado de bacalhau (FO, uma fonte de n-3 LC-PUFA), b) óleo de soja (SBO, uma fonte de de ácidos gordos n-6), c) óleo de linhaça (LSO, uma fonte de ácidos gordos da série n-3, mas não LC-PUFA), e d) óleo de palma (PO, uma fonte de ácidos gordos saturados). Critérios associados ao crescimento em peso e à composição proximal do peixe inteiro não foram significativamente afetadas pelas dietas experimentais (P>0,05). A composição de ácidos gordos do osso foi alterada pelo perfil de ácidos gordos da dieta, mas sugere a existência de mecanismos de conservaçãos de alguns ácidos gordos específicos, nomeadamente do DHA. Embora o teor de cálcio do osso tenha sido pouco afetado pelos tratamentos alimentares, o nível de fósforo no osso de douradas alimentadas com a dieta de óleo de fígado de bacalhau foi significativamente superior (P<0,05) do que aqueles encontrados nos peixes alimentados com as dietas de óleo vegetal. A observação microscópica de tetraciclina marcado nas vértebras mostraram que a deposição mineral em vértebras de peixes alimentados com a dieta LSO foi significativamente menor (P<0,05) do que a encontrada nos peixes alimentados com dietas FO e SBO. Actividade da fosfatase ácida resistente ao tartarato (TRAP) em homogeneizado de osso foi positivamente correlacionada (r = 0,658) com ácido α-linolénico (ALA, 18:3 n-3), ao passo que um aumento da ingestão de EPA (r = -0,478) e DHA (r = -0,536) teve tendência a reduzir a atividade TRAP. Atividade de fosfatase alcalina (ALP) em homogeneizados de osso foi positivamente correlacionada com a ingestão de EPA (r = 0,763) e DHA (r = 0,793). Em comparação com os peixes alimentados com a FO e LSO dietas, aqueles alimentados com as dietas SBO e PO mostrou uma redução significativa (P <0,05) do total de fosfolipase A2 (PLA2) atividade em homogeneizados ósseos. No entanto, estas alterações não foram claramente associadas à actividade da PLA2 citosólica. Os resultados deste trabalho, confirmam que os lípidos alimentares desempenham um papel importante na modulação do metabolismo ósseo da dourada.
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Aquacultura Dourada Alimentação Lípidos Ácidos gordos Ossos Metabolismo