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Estudo do crescimento, sobrevivência e estratégias de controlo das incrustações, num sistema extensivo de cultivo de Pollicipes pollicipes (Gmelin, 1790)

datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologiaspt_PT
dc.contributor.advisorTeodósio, Maria A.
dc.contributor.authorBelela, Neuza Sofia Luz
dc.date.accessioned2019-05-20T08:52:03Z
dc.date.available2019-05-20T08:52:03Z
dc.date.issued2018-12-12
dc.date.submitted2018
dc.description.abstractO percebe (Pollicipes pollicipes) é um crustáceo cirrípede de elevado interesse económico, e para a aquacultura. Em estudos anteriores foi testado um sistema de cultivo numa jangada, localizada no Porto de Sines, que foi considerado inviável devido à observação da mortalidade total dos percebes causada pela incrustação de outras espécies (ex., cracas e mexilhões). No presente trabalho foi testado o efeito de vários métodos antivegetativos de forma isolada ou em conjunto (tinta antivegetativa; limpeza de jato de água; limpeza manual; afundamento) sobre a sobrevivência e o tamanho de percebes fixos em substratos artificiais (“barticles”) que foram implantados no Cabo de Sines (CS) no Verão de 2016 e de 2017 e que foram transferidos para a jangada de cultivo em janeiro de 2018. A sua monitorização foi realizada em quatro datas (fevereiro, abril, junho e agosto). Até junho, não foram encontradas diferenças significativas entre os vários tratamentos e o controle no CS, porém, em agosto, com excepção do tratamento combinado de limpeza manual e de jato de água, foi observada uma elevada mortalidade dos percebes do sistema de cultivo, sendo esta a técnica que foi considerada como a mais promissora. A sobrevivência também foi mais elevada em percebes oriundos de “barticles” colocados no terreno em 2016, pelo que se sugere que um maior número inicial de percebes por “barticle” também possa melhorar a sobrevivência na jangada. O recrutamento de cracas e mexilhões no sistema de cultivo foi mais intenso na primavera e/ou verão, tendo apresentado variação interanual. Não foram encontradas diferenças significativas entre estações do ano no crescimento dos percebes na jangada, mas no CS, o crescimento foi menor no outono. De uma forma geral, o crescimento de inverno na jangada foi maior do que no CS, mas o padrão de variação interanual (2015, 2016 e 2017) foi diferente consoante os locais.pt_PT
dc.identifier.tid202243982pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/12515
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectMétodos antivegetativospt_PT
dc.subjectOrganismos incrustantespt_PT
dc.subjectCabo de Sinespt_PT
dc.subjectPercebespt_PT
dc.subjectSobrevivênciapt_PT
dc.subjectAquaculturapt_PT
dc.titleEstudo do crescimento, sobrevivência e estratégias de controlo das incrustações, num sistema extensivo de cultivo de Pollicipes pollicipes (Gmelin, 1790)pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologia
thesis.degree.levelMestre
thesis.degree.nameMestrado em Aquacultura e Pescaspt_PT

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