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Recensão a Jacques Rancière, os intervalos do cinema

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(Quando li pela primeira vez um ensaio de Jacques Rancière, lembro-me, pensei em Sebastião da Gama. Não é tão distante o tiro: a ideia de saber, em Gama, é a ideia daquilo que procura o mestre desconhecedor. Mas talvez o que mais tivesse aproximado aquelas duas figuras, na minha leitura, fosse um certo posicionamento, de ambos, perante o que pretendem conhecer. As explorações da sala, de cada um dos rostos dos seus alunos, fazem de Gama o “incapaz como tal” que constitui o explicador no relato sobre a “aventura intelectual” de Joseph Jacotot, tal como Rancière a narrou no começo de O Mestre Ignorante.)

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Palavras-chave

Jacques Rancièr

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