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Modos individuados de relação ao trabalho dos formadores de adultos na sociedade portuguesa: a fabricação de identidades híbridas e incertas num contexto hegemónico do novo precariado flexível

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Resumo(s)

Com este texto pretende-se divulgar os resultados parciais de uma investigação de doutoramento em Sociologia realizada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa em que uma das dimensões em análise esteve directamente relacionada com os modos individuados de relação ao trabalho dos formadores de educação básica de adultos no âmbito do programa de políticas públicas Iniciativa Novas Oportunidades. Tendo como um dos olhares teóricos centrais a sociologia da individuação e procurando a investigação compreender em profundidade os modos de apropriação desta medida de política educativa a partir da perspectiva dos actores que têm a responsabilidade de a implementar, foi possível constatar que os modos individuados de relação ao trabalho dos formadores de adultos estão marcados socialmente pela fabricação de identidades híbridas e incertas e pelo modelo hegemónico da precariedade flexível. Este modelo que é claramente dominante da condição face ao trabalho dos formadores está em consonância com as exigências do novo espírito do capitalismo. Instalados na precariedade, a maior parte destes indivíduos querem-se adaptáveis, flexíveis, disponíveis a todo o momento para as necessidades do mercado da formação e estão socialmente marcados por uma identidade projecto.

Descrição

Palavras-chave

Formadores de adultos Identidades incertas Precariado flexível Sociologia da individuação

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

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Fascículo

Editora

Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Lisboa

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