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Percorrer Escola Superior de Saúde por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes"
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- Elaboração de um manual de procedimentos para implementação das atividades de serviços internos de segurança e saúde no trabalho e aplicação de um inquérito de consulta aos trabalhadoresPublication . Amaral, Graça Luísa Morais; Sousa, Cátia; Vidal, JoãoA Segurança e Saúde no Trabalho (SST) constitui um direito fundamental dos trabalhadores e um requisito essencial para a competitividade e sustentabilidade das organizações. No contexto da Administração Pública (AP), a implementação de serviços internos de SST ainda enfrenta desafios, sobretudo pela ausência de instrumentos operacionais que orientem a prática. O presente projeto teve como objetivo desenvolver um Manual de Procedimentos para Serviços Internos de SST e aplicar um inquérito de consulta aos trabalhadores em matéria de SST, no Serviço de Formação Profissional de Faro do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP, I.P.). A metodologia incluiu a revisão da literatura, o enquadramento legal e normativo (Lei n.º 102/2009, ISO 45001:2018 e orientações da Autoridade para as Condições do Trabalho e Direção Geral da Saúde), a elaboração do manual e a aplicação do questionário, com uma amostra de quinze trabalhadores (N=15). O manual define procedimentos de prevenção e gestão de riscos, promovendo a padronização de práticas e a institucionalização de uma cultura de segurança. Os resultados do inquérito permitiram identificar perceções e contributos dos trabalhadores, assegurando o cumprimento do disposto no artigo 73.º-B da Lei n.º 102/2009. Conclui-se que este projeto oferece uma ferramenta prática para apoiar a implementação de serviços internos de SST na AP e reforça a participação dos trabalhadores como elemento-chave de um sistema preventivo eficaz.
- Identificação e avaliação de riscos profissionais dos colaboradores de um Instituto PúblicoPublication . Gomes, Renato Severino Rodrigues; Sousa, António Manuel Coelho Oliveira eAtualmente, é percetível que os empregadores valorizam o facto de existir uma Norma desenvolvida pelo comité técnico da ISO para a Gestão do Risco, ISO/TC 262 publicada em fevereiro de 2018 pela International Organization for Standardization (ISO 31000, 2018). Os empregadores reconhecem cada vez mais a importância que o impacto que esta norma tem nos seus colaboradores, valorizando desta forma uma boa gestão para a segurança e saúde do colaborador sendo percetível que a aplicação da norma internacional na gestão de risco tem na sua essência garantir a segurança e saúde no local de trabalho como forma de melhorar a eficiência e confiança dos colaboradores promovendo a redução de ocorrência de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. (ISO 31000, 2018) Este é um projeto em Segurança e Saúde no Trabalho, apresentado com o tema “Identificação e Avaliação de Riscos Profissionais dos Colaboradores de um Instituto Público”, e visa a aplicação da metodologia M.A.R.A.T. (Método de Avaliação de Riscos e Acidentes de Trabalho), permitindo determinar níveis de risco, verificar a eficiência das medidas já existentes, definir prioridades na aplicação de medidas preventivas ou corretivas e detetar necessidades de formação dos colaboradores, uma vez que estes, todos os dias estão expostos aos riscos laborais no seu espaço de trabalho, que vão desde um desnível no pavimento, deficiente climatização, excesso de carga de trabalho, insuficiente luminosidade, ruídos, vibrações, poeiras, bactérias ou vírus, por limpeza incorreta, ou mesmo riscos ergonómicos, como a má postura, associada a cadeiras desajustadas ou a locais de trabalho desadaptados ou mal dimensionados. (IGAS, 2018) Para a efetivação deste projeto, a amostra incidiu sobre os 197 colaboradores da Organização, tendo sido analisados 17 riscos profissionais que se identificaram como mais relevantes nos postos de trabalho de cariz administrativo analisado: (Ex: o ambiente térmico, o espaço de trabalho disponível, a luminosidade, as condições ergonómicas, a organização do arquivo em gabinete, entre outros riscos adiante descritos). Após um primeiro levantamento dos riscos laborais por todos os espaços de trabalho, e recolha dos dados que incluí realização de medições dos parâmetros associados ao ambiente térmico, humidade e luminosidade, incidiu num gabinete por piso e por fachada, posicionado aproximadamente em zonas centrais. Os resultados obtidos permitiram identificar a existência de alguns pontos de maior ou menor índice de gravidade. No que refere os índices de menor gravidade referenciados como sendo nível de intervenção V, estão referenciados nos anexos, sendo que a prioridade é a Organização ter a preocupação de os manter neste nível. Quanto aos de maior gravidade, que são os de nível de intervenção I, a maior incidência foi no que se refere ao ambiente térmico, com a exceção de um caso referente a equipamentos dotados de visor e teclado.
- Impacto dos grupos de apoio na sobrecarga de cuidadores familiares em PortugalPublication . Bernabéu-Álvarez, Claudia; Costa, Emília IsabelObjetivo: Analisar a relação entre a sobrecarga do cuidador familiar e o apoio social com a participação em grupos de apoio presenciais e virtuais. Métodos: Estudo pré-experimental. Critérios de inclusão: cuidadores informais, maiores de idade, residentes na região centro-sul de Portugal. Variável independente: participação num grupo de apoio presencial (GA), num fórum virtual (FV) ou nenhum grupo (GC). Variáveis dependentes: sobrecarga de cuidado (Índice de Esforço do Cuidador) e apoio social percebido (escala MOS). Análise descritiva, binária e multivariada com o programa estatístico SPSS 22. Resultados: Participaram 109 cuidadores, principalmente mulheres, cuidando dos seus filhos. 47,7% sofreram sobrecarga pelo cuidado, sendo mais alta no GC. O apoio social foi bom em 64,2% dos participantes, sendo maior no GA. Houve uma associação significativa com o género e a rede social (ser mulher está associado a uma maior sobrecarga, enquanto uma ampla rede social diminui a sobrecarga do cuidador). A participação num GA ou FV melhorou significativamente a rede e o apoio social. Conclusão: A participação em grupos de apoio, tanto presenciais quanto virtuais, tem uma relação positiva significativa com a redução da sobrecarga do cuidador e o aumento do apoio social percebido. Estes grupos de apoio são recursos essenciais para os cuidadores informais, ajudando a mitigar os efeitos negativos do cuidado e fortalecendo as suas redes sociais e o apoio. Portanto, promover a participação em tais grupos pode ser uma estratégia eficaz para melhorar o bem-estar dos cuidadores familiares.
