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de Queiroz Carneiro Dourado, Ana Patricia

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  • Os clímaces nos roteiros de Sofia Coppola
    Publication . Dourado, Patricia
    Os registros do processo de criação em Sofia Coppola apontam para uma tendência do seu projeto poético, a busca pela jornada íntima dos personagens. Com base nessa tendência, analisaremos os clímaces dos filmes The Virgin Suicides (1999); Lost in Translation (2003); Marie Antoinette (2006); Somewhere (2010) e The Bling Ring (2013) em uma perspectiva relacional. Esta pesquisa encontra apoio teórico e metodológico na crítica de processos de Cecília A. Salles, conforme estudada no grupo de pesquisa em Processos de criação (CNPq) do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, e nos conceitos de jornada do mitólogo Joseph Campbell (1990; 2007; 2008) e de clímax e ideia governante de Robert McKee (2006).
  • Experimentações do roteiro no cinema brasileiro contemporâneo
    Publication . Dourado, Patricia
    Das muitas formas de planejar um filme, o roteiro é uma delas. Nem sempre, mas muitas vezes, uma das primeiras. Antes de existir em filme, o filme existe em roteiro, por mais simples que seja esse roteiro. Um lugar de filme imaginado. O “sonho do filme” como na fala de Carrière (2006). Por que sonhar o filme? Por que pensar roteiros? Cada cineasta carrega suas respostas. Nesta pesquisa, trazemos os relatos de alguns cineastas brasileiros a respeito de seus trabalhos com o roteiro, entre outras coisas, como ferramentas de experimentação. Entre os cineastas estudados, em uma perspectiva complementar, estão Karim Aïnouz, Anna Muylaert, Eliane Caffé, Hilton Lacerda e Cao Guimarães. Embasam a reflexão principalmente as abordagens da complexidade, da cultura e da semiose peirceana, via a crítica de processos de Cecília A. Salles.
  • Roteiros: da criação como experimentação
    Publication . de Queiroz Carneiro Dourado, Ana Patricia; Tavares, Mirian; Salles, Cecilia
    Em um passeio por diferentes práticas de roteiro do cinema brasileiro contemporâneo, o livro Roteiros: Da criação como experimentação detém-se sobre a experiência do roteiro cinematográfico enquanto função mais do que enquanto formato. Propõe, pelo plural do termo (Roteiros), olhar para a ferramenta como um recurso à experimentação. Por sua natureza de passagem, os roteiros oferecem um modo de pensar (e de criar) transitório e, por isso mesmo, propulsor. Algo que “é” ao mesmo tempo em que projeta e inspira “serás”. Os roteiros, como modos de pensar e de fazer, dialogam com diferentes momentos da criação e se reconstroem nos gestos de dar a criar ao espectador. Constituem, sobretudo, um recurso à testagem de hipóteses, e lembram-nos da impermanência e do inacabamento das narrativas (tantas e diversas) que habitam o mundo e que configuram uma das tantas matérias da criação dos sujeitos e dos roteiros. Como molas, os roteiros tencionam, incitam e projetam a criação de filmes possíveis e, por vezes, impossíveis. Em sua dinâmica móvel, ajudam o filme a manter-se vivo em meio ao processo (geralmente longo) de feitura. Recontam-se, restauram-se e reescrevem-se a cada nova leitura (versão), como um modo de reativar a experiência de imaginar e de fazer imaginar filmes. Esse modo de olhar para o roteiro vem para este estudo, sobretudo, da observação de diferentes relatos de processo e estratégias de criação de cineastas brasileiros, como Anna Muylaert, Eliane Caffé, Leonardo Mouramateus, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Alê Abreu e Cao Guimarães, entre outros. O recorte do roteirista-diretor deu-se diante do desejo de acompanhar, pelos arquivos da criação desses cineastas, o desdobramento do roteiro ao longo do processo de criação – antes, durante e depois das filmagens – entretanto com enfoque prioritário para os modos de fazer do roteiro e em busca do que lhe é intrínseco. A exemplo de Aristóteles em sua Poética, que buscou elaborar uma teoria com base na prática de artistas do seu tempo, este livro ensaia uma elaboração teórica com base na prática de importantes roteiristas do cinema brasileiro do nosso tempo. Uma “poética do roteiro” inspirada nas práticas do cinema brasileiro contemporâneo – uma entre muitas possíveis – e que busca oferecer uma visão complementar (mais do que oposta) às bibliografias de roteiro tradicionais e àqueles interessados em estudar a criação em geral, e o fazer do cinema e do roteiro em específico.