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Pessoa

C. Martins, Ana Filipa

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  • Estudo do discurso de ódio online em comunidades de jogos: perspetivas de grupos de foco com jogadores jovens
    Publication . costa, susana; C. Martins, Ana Filipa; Mendes da Silva, Bruno; Martins, Alexandre
    Este artigo faz parte de uma investigação sobre discurso de ódio nas comunidades de videojogos online. Recorrendo a grupos de foco como metodologia qualitativa, foi possível conhecer as experiências de 19 estudantes com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos. A análise dos dados revelou de que formas os participantes foram afetados por discurso de ódio online, bem como as suas perceções sobre as motivações e quais as possíveis respostas para este fenómeno. Os resultados demonstram que todos os participantes experienciaram instâncias de discurso de ódio online, bem como um certo grau de aceitação de ambientes de videojogos tóxicos. Os testemunhos apontaram para o poder, a busca de diversão e o anonimato como gatilhos e motivações para comportamentos disruptivos. Este estudo serve de base para a produção de múltiplas contra-narrativas que serão implementadas em contexto escolar, com o objetivo de envolver e motivar professores, educadores e jovens alunos a refletir e discutir sobre a problemática do discurso de ódio online. Além disso, visa contribuir para uma compreensão mais ampla das perceções, comportamentos e motivações nas comunidades de jogos online, enfatizando a necessidade de uma abordagem colaborativa envolvendo jogadores, criadores de jogos e educadores para promover um ambiente mais respeitoso e inclusivo.
  • Propostas para uma ficção viva
    Publication . Silva Cavalcante Júnior, Francisco; Tavares, Mirian; de Queiroz Carneiro Dourado, Ana Patricia; costa, susana; C. Martins, Ana Filipa
    Em escrever é muito perigoso (2023), a escritora polonesa Olga Tokarczuk, ao falar sobre seu processo de criação, lembra-nos de que o mecanismo do tempo é carne (matéria viva) – e faz questão de colocar isso entre parênteses, como um aparte, um memo, para que não esqueçamos que afinal é este o assunto. Este número da rotura, que dedicou um Dossier ao pensamento ficcional e à urgência de refletir sobre a matéria viva da ficção, reuniu uma coleção de textos que contribuem com essa visão. Tokarczuk acredita que “só a ficção, com seu potencial para construir uma pessoa inteira, tem vantagem sobre os argumentos da razão”. Não discordamos da escritora e, neste Dossier, buscamos somar aos argumentos da razão a observação atenta de experiências – um feixe amplo delas – de diferentes gestos de ficcionar (entre o audiovisual, a poesia, a música, a performance, as artes visuais etc.), em estreito diálogo com os estudos dos processos de criação, como modos de resistir ao adormecimento dos sentidos e às histórias sem viço que a sociedade, cada dia mais automatizada, ofecere-nos. Compõem este acervo uma confluência de diferentes géneros textuais e artísticos, alguns deles a estrear, como o Relato de Processo e o Ensaio Visual, que se juntam a outros já recorrentes na revista, como o Artigo, o Ensaio, a Entrevista e a Crónica de Arte.
  • Visualidad situada y compartida: representaciones de y desde las mujeres
    Publication . Pastor Andrés, Gema; Magro Vela, Silvia; C. Martins, Ana Filipa; Fernández Romero, Diana; costa, susana; de Queiroz Carneiro Dourado, Ana Patricia
    Este número de ROTURA se enmarca en el proyecto Figura y fondo. Acción icónica para redescubrir a las mujeres del campo. El archivo fotográfico a través del arte1 que parte de la escasa propiedad de la tierra por parte de las mujeres para a través de la mediación artística revisar el archivo fotográfico y plantear reflexiones sobre la representación del pasado y las posibilidades que aporta la fotografía para repensar el presente y proponer el futuro.