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Ambiguidades de eimi no Eutidemo de Platão

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Resumo(s)

Esta comunicação irá apresentar dois tipos de problemas que se colocam ao tradutor português de Platão, no que respeita a ambiguidades, e que lhe dificultam a tarefa, pois se traduzir é «dizer quase a mesma coisa»1, não é, efectivamente, a mesma coisa: «quase» faz toda a diferença. O primeiro problema que analisaremos é o levantado pelo verbo eimi, um dos mais complexos verbos da língua grega2. Na realidade, um filólogo não fica embaraçado perante einai, que pode traduzir, consoante os contextos, por ser, estar ou existir, obtendo, deste modo, uma frase inteligível e facilmente compreendida na nossa língua. Apenas não daria conta das ambiguidades que o verbo tinha para quem o ouvia e para quem o usava no séc. V a.C. O segundo problema resulta do facto de, em Grego, a função das palavras nas frases ser determinada pelo caso e não pelo lugar que nelas ocupam, tornando, assim,algumas anfibologias difíceis de transpor.

Descrição

Palavras-chave

Verbo eimi Ambiguidades Platão

Contexto Educativo

Citação

NOGUEIRA, Adriana «Ambiguidades de eimi no Eutidemo de Platão», in NOGUEIRA, Adriana (org.), Otium et Negotium – As Antíteses na Antiguidade. Lisboa: Nova Vega, 187-195

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