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Publicação

Ensaio de um método de análise de microcistinas por LC-ESI-MS/MS: aplicação ao estudo de fatores biológicos condicionantes da sua produção e libertação em cultura

dc.contributor.advisorMateus, Maria da Conceição
dc.contributor.advisorReis, Margarida P.
dc.contributor.authorRodrigues, Maria Antónia Afonso
dc.date.accessioned2014-05-23T14:01:15Z
dc.date.available2014-05-23T14:01:15Z
dc.date.issued2012
dc.descriptionDissertação de mest., Biologia Molecular e Microbiana, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2012por
dc.description.abstractAs microcistinas (MCT) são cianotoxinas produzidas por cianobactérias, que permanecem no interior das células até que estas lisem. As MCT têm sido repetidamente detetadas em águas naturais e responsabilizadas por eventos de toxicidade hepática em humanos e animais. A lise induzida por cianófagos, vírus específicos de cianobactérias, poderá ser um fator relevante na produção e libertação de MCT. Estes vírus só recentemente foram isolados, pelo que a sua importância em eventos de toxicidade permanece desconhecida. Como contributo para a compreensão de processos subjacentes à presença de microcistinas em albufeiras, procedeu-se ao estudo em laboratório da produção e libertação de microcistinas por duas estirpes de Microcystis aeruginosa, PCC7820 (estirpe produtora de toxinas) e PCC7005 (estirpe não produtora de toxinas), antes e depois da sua infeção por cianófagos Ma-LEZ01. Ensaiou-se previamente um método da deteção de microcistinas LR, RR e YR por LC-ESI-MS/MS, que foi posteriormente utilizado na monitorização da infeção viral. Os resultados obtidos revelaram a deteção da variante LR ao longo dos 139 dias de crescimento das culturas de PCC7820 e PCC7005. Embora a quantidade desta variante detetada em PCC7005 seja muito menor que a detetada em PCC7820, regista-se a sua presença, uma vez que esta estirpe é considerada como sendo uma estirpe de M. aeruginosa não produtora de toxinas. A deteção da produção e libertação de MCT-LR nesta cultura foi também verificada na presença de cianófagos Ma-LEZ01, sendo libertada em maiores quantidades do que na sua ausência. As experiências com o cianófago Ma-LEZ01 em culturas de PCC7820 sugerem ser este cianófago lisogénico ou pseudolisogénico para esta estirpe, sem contudo afetar significativamente a quantidade de MCT_LR produzida e libertada. A análise em LCESI- MS/MS revelou-se uma ferramenta analítica útil na deteção, identificação e quantificação de variantes de microcistinas, podendo vir a ser aplicada ao estudo de subprodutos da sua degradação.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/4062
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.subjectBiologia molecularpor
dc.subjectCianobactériaspor
dc.subjectCianotoxinaspor
dc.subjectMonitorizaçãopor
dc.titleEnsaio de um método de análise de microcistinas por LC-ESI-MS/MS: aplicação ao estudo de fatores biológicos condicionantes da sua produção e libertação em culturapor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.grantorUniversidade do Algarve. Faculdade de Ciências e Tecnologiapor
thesis.degree.levelMestrepor
thesis.degree.nameMestrado em Biologia Molecular e Microbianapor

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