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Auto e hetero-representação em A Confissão de Lúcio, de Mário de Sá-Carneiro

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Resumo(s)

A presente dissertação tem como objectivo analisar as problemáticas subjacentes à auto e à hetero-representação na obra A Confissão de Lúcio, de Mário de Sá-Carneiro. Procuraremos, assim, entender o texto trabalhado enquanto paradigma estético de um modo de encarar as relações humanas, nomeadamente no que concerne à forte interdependência entre a representação do eu e do outro. Neste sentido, serão abordadas as seguintes questões: por um lado, a auto-representação e problemáticas inerentes (particularmente a delicada ligação com aspectos autobiográficos); por outro, a hetero- -representação, não só no que se refere ao modo como se processa a caracterização do outro, mas, sobretudo, à sua dependência, em larga medida, da percepção de um eu. Por fim, procuraremos entender como tal relação determina, em grande parte, a representação do real na obra, onde a coexistência das dimensões de sonho e de realidade condiciona uma ideia da construção do mundo onde intervêm tanto aspectos ligados ao que entendemos como realidade, como noções de âmbito ficcional.

Descrição

Dissertação mest., Literatura, Universidade do Algarve, 2007

Palavras-chave

Teses Literatura portuguesa Estudos literários Representação

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