Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

Os cineastas como performers - desde o cinema mudo de 1890 até ao live cinema atual

Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
86_PT.pdf1.38 MBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

O objetivo deste artigo é defender que atualmente os cineastas também podem ser performers. Eles são capazes de criar e contar histórias em tempo real através da manipulação dos elementos visuais ao vivo —utilizando ferramentas analógicas e digitais (e.g. controladores MIDI, softwares informáticos). Na primeira parte traçamos um estado de arte desde os primórdios do cinema (1890 com os filmes mudos) até à atualidade com o género live cinema —no qual explicamos a evolução da manipulação de imagens in live, e questionamos se o cineasta poderia ou não ser considerado um performer. Na segunda parte, contamos a história do coletivo de artistas português Moda Vestra e sobre as suas performances de live cinema —onde a cineasta adotou o mesmo papel que os músicos (de performer). Explicamos também a metodologia utilizada para criar uma narrativa com início, meio e fim —e como essa narrativa é apresentada e manipulada em tempo real. Para concluir, nós propomos uma metodologia para performances audiovisuais, no qual as estruturas e os objetivos são semelhantes aos do cinema tradicional, mas os elementos audiovisuais são criados e misturados no momento do espetáculo —considerando o cineasta um performer.

Descrição

Palavras-chave

Cinema Mudo Performer Live Cinema Guionismo Música

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Centro de Investigação em Artes e Comunicação

Métricas Alternativas