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Ser idoso e viver sozinho: estudo exploratório no Concelho de Silves

datacite.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Educaçãopt_PT
dc.contributor.advisorSão José, José
dc.contributor.authorSousa, André Alexandre da Luz
dc.date.accessioned2015-10-26T11:55:15Z
dc.date.available2015-10-26T11:55:15Z
dc.date.issued2013
dc.date.submitted2013
dc.descriptionDissertação de mestrado, Educação Social, Escola Superior de Educação e Comunicação, Universidade do Algarve, 2013
dc.description.abstractO problema social que representa o envelhecimento da população, nas sociedades modernas, é um exemplo paradigmático da forma como certas prespectivas, científicas e não científicas, podem contribuir para o deformar, através da difusão de ideias e representações já construídas. Não se tratando de um novo fenómeno, a vivência a só ou residência unipessoal junto da população idosa, adquire um grande relevo nas estatísticas e na realidade atual. Tal fenómeno deriva de mudanças significativas emergentes ao longo da segunda metade do seculo XX. Essas mesmas mudanças vão desde escolhas e estilos de vida até a processos sociais decorrentes que, alteram, o panorama das relações e vida em sociedade. Através da utilização de uma metodologia mista (quantitativa e qualitativa) pretende-se realizar uma aproximação à realidade da vivência a só na população idosa residente em várias freguesias do Concelho de Silves. Procura-se mapear esta realidade sob diversos pontos de vista - económico, social, cultural, uma vez que as investigações no âmbito, desta matéria são ainda escassas para uma realidade tão emergente em Portugal. Na mesma medida, torna-se imprescindível caracterizar e traçar o perfil dos idosos que passam pelo processo de mono-residencialidade e quais os motivos que levaram a essa mesma situação. Com isto procura-se alcançar uma visão global da realidade presente, conhecendo os objetivos de futuro que, os mesmos idosos, traçam para si. Os resultados obtidos revelam a existência de uma variabilidade de respostas associadas à vivência a só. Essa mesma variabilidade passa por vários setores como; número de anos a viver sós associados ao nível de satisfação do processo monoresidêncial, mudanças territoriais associadas à transição para o processo e até mesmo atividades que fomentem o contacto social. Os sujeitos da investigação identificam aspetos positivos e negativos relativamente à vivência a sós, o que contraria a ideia comum de que “viver sozinho”, nas fases adiantadas da vida, corresponde a uma situação negativa. Os resultados obtidos permitem caracterizar a amostra dos idosos a viver sós no Concelho de Silves distribuídos pelas oito freguesias dele constituintes.pt_PT
dc.identifier.tid202202992
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.1/6936
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectEducação socialpt_PT
dc.subjectIdosospt_PT
dc.subjectLares de idosospt_PT
dc.subjectLares de idosospt_PT
dc.subjectApoio domiciliáriopt_PT
dc.subjectTransiçãopt_PT
dc.titleSer idoso e viver sozinho: estudo exploratório no Concelho de Silvespt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Educação Socialpt_PT

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