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Bixa orellana L., conhecida também por urucum, pertence à família Bixaceae, e foi uma das primeiras plantas a serem cultivadas na floresta Amazónica, com uma longa tradição na aplicação medicinal. Quando os portugueses chegaram à nova colónia, Pedro Vaz de Caminha o escrivão da frota, deixou registadas as primeiras impressões do local e dos habitantes, referindo esta planta. Esta monografia descreve as particularidades fitoquímicas e farmacológicas desta espécie vegetal bem como do corante que dela se extrai, que possui uma coloração avermelhada devido à presença do carotenoide bixina, presente nas sementes ou no seu pericarpo. Os principais compostos ativos do urucum são a bixina que é lipossolúvel e a norbixina que é hidrossolúvel. Estas têm também aplicações comerciais e as suas diferenças estruturais resultam em particularidades a nível da polaridade, solubilidade, coloração e, por consequência, determinam aplicações tecnológicas singulares. O corante bixina tem diversas aplicações, nomeadamente nas seguintes áreas: indústrias alimentícia, farmacêutica, cosmética e como corante. Este corante é comercialmente conhecido como E160b, sendo considerado seguro para o consumo humano. Contudo, as várias partes da planta apresentam constituintes químicos de Bixa orellana que apresentam várias aplicações a nível medicinal.
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Anatto Fitoquímica Atividade biológica Corante