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Motivação para realizar voluntariado: estudos segundo as abordagens funcionalista e da autodeterminação
| dc.contributor.advisor | Jesus, Saul | |
| dc.contributor.author | Martins, Cátia Sofia | |
| dc.date.accessioned | 2015-09-08T11:00:19Z | |
| dc.date.available | 2015-09-08T11:00:19Z | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.date.submitted | 2013 | |
| dc.description.abstract | O voluntariado define-se enquanto comportamento não obrigatório, sujeito a uma planificação, mantido ao longo do tempo, sem expectativa de recompensa monetária, e que ocorre num contexto organizacional. Embora considerado como uma forma de ajuda a outros, reveste-se de características distintas de outros conceitos relacionados como o comportamento de ajuda, o altruísmo e a cooperação. Várias são as teorias que se têm dedicado ao estudo deste fenómeno, sendo que no presente trabalho abordamos dois modelos distintos: a teoria funcionalista de motivação para o voluntariado e a teoria da autodeterminação. A primeira refere que os indivíduos envolvem-se em determinadas atividades de forma propositada, para cumprir objetivos, e que a sua realização serve diferentes funções psicológicas (Clary et al., 1998). A Teoria da Autodeterminação (Deci & Ryan, 1985b, 2000) defende que todos os indivíduos têm tendências inatas, naturais e construtivas para desenvolverem o seu self num sentido unificado e mais elaborado. As investigações com recurso a esta abordagem têm relacionado o voluntariado com a orientação para a autonomia (dos indivíduos e proporcionada pelo contexto), a satisfação das necessidades psicológicas básicas e o estilo regulatório. Com esta base teórica desenvolvemos cinco estudos que pretenderam, por um lado, adaptar quatro escalas (i.e., VFI, VSI, VMS, e WCQ) que incidiam sobre diferentes constructos relacionados com a motivação para o voluntariado, e por outro caracterizar e analisar as dimensões preditoras da intenção de permanência no voluntariado e da satisfação com a vida (e.g., satisfação com o voluntariado, envolvimento e compromisso organizacional e adaptabilidade de carreira). Os resultados evidenciaram que as funções motivacionais, as regulações identificada e intrínseca, e o compromisso organizacional eram os melhores preditores da intenção de permanência, bem como o envolvimento psicológico, o voluntariado e a adaptabilidade eram preditores da satisfação com a vida. Os estudos apresentam implicações práticas, potencialidades e limitações no estudo da motivação para o voluntariado. | por |
| dc.description.sponsorship | Universidade do Algarve, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais | por |
| dc.identifier.tid | 101246331 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.1/6742 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.subject | Psicologia | por |
| dc.subject | Voluntariado | por |
| dc.subject | Motivação | por |
| dc.subject | Satisfação | por |
| dc.subject | Permanência | por |
| dc.subject | Carreiras | por |
| dc.subject | Satisfação com a vida | por |
| dc.title | Motivação para realizar voluntariado: estudos segundo as abordagens funcionalista e da autodeterminação | por |
| dc.type | doctoral thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | doctoralThesis | por |
| thesis.degree.discipline | Psicologia | por |
| thesis.degree.level | Doutor | por |
| thesis.degree.name | Doutoramento em Psicologia | por |
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