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Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo analisa o filme Timecode (2000), de Mike Figgis, pelas especificidades de sua tela dividida em quatro imagens simultâneas e montagem temporal apoiada na atuação do olhar do espectador. Discutimos inicialmente seus aspectos qualitativos e simbólicos; sua aproximação com a estética das interfaces gráficas digitais e montagem espacial conceituada por Lev Manovich (2001), para enfim o submetermos às categorias definidas por Deleuze (1983). Concluímos que, nos pontos de afastamento entre a linguagem do filme e a teoria deleuzeana, esta permanece válida, mas deve ser deslocada dos elementos imanentes à imagem para uma análise da própria experiência cinematográfica em múltiplas telas.
Descrição
Palavras-chave
Cinema Montagem Múltiplas telas Deleuze Manovich
Contexto Educativo
Citação
Editora
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba (UNISO)
