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Influência das áreas transparentes no balanço energético em piscinas interiores aquecidas

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Abstract(s)

Inicialmente far-se-á o levantamento das necessidades energéticas para aquecer as águas dos tanques existentes na Piscina Municipal de Silves, ao mesmo tempo que se fará a análise do desempenho energético da envolvente do edifício, a qual foi construída, em conjunto com as instalações de climatização, para garantir as condições interiores de conforto aos utentes. O recurso a uma instalação já existente permite partir de uma situação real, e não, opostamente, de uma totalmente hipotética. O conhecimento das necessidades energéticas deste complexo de piscinas permitirá, com maior propriedade, estudar propostas de racionalização energética e, entre elas, as da envolvente de que os envidraçados são parte integrante. Procurar-se-á, ao mesmo tempo, encontrar o efeito do controlo dos parâmetros térmicos ambientais no desempenho energético da envolvente, com destaque para o controlo da humidade do ar ambiente interior e a garantia da ausência de condensação, culminando na contabilização dos consumos. O enquadramento do trabalho é feito no capítulo I. No capítulo II faz-se uma breve revisão bibliográfica, que ajudará de alguma forma, a perceber melhor os fenómenos envolvidos neste tipo de edifícios, assim como a influência dos equipamentos instalados e as implicações que a manutenção do estado higrométrico do ar interior tem nos custos energéticos do edifício. No capítulo III apresenta-se os resultados de uma auditoria aos consumos do edifício, fazendo a separação entre o gás propano e a eletricidade. É também feito o levantamento dos consumos globais da água quente sanitária, de modo a que se consiga propor alternativas baseadas em formas de energia renovável para o seu aquecimento, sendo para isso realizadas duas simulações, quantificando essa possível poupança. No capítulo IV apresenta-se o levantamento feito ao edifício zona a zona, tanto em termos de dispositivos de iluminação como de outro tipo de pequenos equipamentos elétricos usados pelos funcionários e utentes. Finalmente é feita a apresentação dos equipamentos e dos consumos energéticos referentes ao bombeamento da água dos tanques das piscinas interiores aquecidas. No capítulo V são analisados, de forma simplificada, os equipamentos responsáveis pela climatização de cada espaço útil e é apresentada uma tabela resumo dos consumos energéticos devidos a estes equipamentos. São também indicadas as potências térmicas de aquecimento e arrefecimento de cada um destes equipamentos.No capítulo VI faz-se a localização do edifício, caracterizando-o quanto à sua orientação espacial e à constituição da sua envolvente, de forma a se poder simular o modelo tridimensional previamente desenhado no programa Designbuilder, o qual representa, com grande aproximação, o edifício real. Tendo este como referência, os outros modelos tridimensionais, com algumas alterações construtivas impostas, são depois simulados, para assim se verificar, quais as implicações que elas apresentam nos consumos globais associados aos processos de aquecimento e desumidificação do ar da nave do edifício, assim como nas condições interiores de conforto sentidas pelos banhistas. Por fim é feita uma análise ao efeito da variação da área transparente no edifício em estudo, procurando-se um valor "ideal" para a nave do edifício, sendo esse, o objetivo principal deste trabalho. No capítulo VII é descrito, de forma sucinta, o método experimental usado na determinação da taxa de evaporação de água a partir da superfície dos tanques das piscinas, apresentando-se os valores obtidos. É ainda feito um resumo do método de cálculo teórico desta taxa, de acordo com o recomendado pela ASHRAE, de forma a pudermos comparar os valores realmente medidos e uma análise à poupança energética caso fosse utilizada uma cobertura na piscina desportiva. No capítulo VIII faz-se a desagregação dos consumos globais do edifício assim como os consumos globais obtidos por simulação dinâmica. Com base no ano de 2011 faz-se um cálculo do índice de eficiência energético global do edifício, comparando-o com a valor limite máximo indicado no RSECE - Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios.

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Dissertação de mest., Energia e Climatização de Edifícios, Instituto Superior de Engenharia, Univ. do Algarve, 2012

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