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Duas poéticas individuais: a metaficção em Finisterra, de Carlos de Oliveira e em o Triunfo da Morte de Augusto Abelaira

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Este trabalho explora as ideias de pós-modernidade, de pós-modernismo e de metaficção nos romances Finisterra de Carlos de Oliveira e O Triunfo da Morte de Augusto Abelaira. Através do estudo da obra de Linda Hutcheon — Narcissistic Narrative. The Metafictional Paradox (1984) —, que tomámos como nossa base teórica, apresentámos os dois tipos de narrativa metaficcional: o overt, um tipo explícito de metaficção, e o covert, um tipo implícito e interiorizado de metaficção. Escolhemos como objecto de estudo os romances de Carlos de Oliveira e Augusto Abelaira, que acreditamos poderem ser estudados à luz das tipologias presentes na obra de Hutcheon. Tendo em conta que as duas obras são reconhecidas como metaficcionais e contemporâneas, resta-nos justificar a escolha do nosso estudo no âmbito da Literatura Comparada através da diferença nas tipologias. Procurámos mostrar que a obra de Oliveira se insere na tipologia de covert, embora com contaminações de metaficção explícita, enquanto que a obra de Abelaira se insere no tipo overt.

Descrição

Dissertação de mestrado, Literatura, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, 2005

Palavras-chave

Pós-modernidade Pós-modernismo Metaficção Finisterra O Triunfo da Morte

Contexto Educativo

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