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Percorrer FCH4-Vários por autor "Carmo, Carina Infante do"
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- Algumas razões por que não se pode deixar de ler os neo-realistasPublication . Carmo, Carina Infante doAo olhar em prespectiva a nossa contemporaneidade literária, está lá a marca indelétavel dos autores neo-realistas.
- Comme le sang qui coule dans les corps: mémoire et paysage dans José Luís PeixotoPublication . Carmo, Carina Infante doPanorama sobre a obra de José Luís Peixoto
- Como os manuais de Português podem (de)formar leitoresPublication . Carmo, Carina Infante doQuando chega Setembro e começa o ano lectivo, os manuais escolares são notícia nos media. Por pesarem nas mochilas dos alunos e no orçamento das famílias; por se multiplicarem os bancos de troca de manuais; por serem parte substancial do mercado editorial português e serem vendidos não apenas em livraria mas cada vez mais em hipermercados ou online; por multinacionais high tech se movimentarem no sentido de ser acelerada a presença do digital nas salas de aula e tornar obsoleto o manual impresso.
- O desafio da autobiografia nos programas de português e de literatura portuguesa do ensino secundárioPublication . Carmo, Carina Infante doHoje, mais do que nunca, parece fazer sentido reconhecer no contexto português uma efervescência autobiográfica que se traduz na multiplicação de edições em livro ou de testemunhos publicados em periódicos, perfeitamente agrupáveis sob esse rótulo genológico. Sucedem-se os artistas, os políticos e as celebridades televisivas que não perdem a oportunidade de lançar obras autobiográficas, levando inúmeras livrarias a reservar-lhes uma secção à parte.
- Formas de autorrepresentação e mutações contemporâneas da literaciaPublication . Carmo, Carina Infante doDesde 2008/ 2009 tenho lecionado a disciplina de licenciatura Autobiografia e Histórias de Vida no âmbito da qual pedi aos alunos que elaborassem um bilhete de identidade personalizado. Com este material pude desenvolver uma reflexão a partir do diálogo entre a forma por excelência de identificação pública em Portugal e o discurso identitário de jovens estudantes universitários. O processamento textual dos seus bilhetes de identidade revelou a estreita ligação com os suportes mediáticos que os enformam (na esmagadora maioria digitais) e com as práticas de literacia a eles associadas. Afinal de contas, estes estudantes vivem imersos num contexto de revolução digital em que as noções estabelecidas de literacia e os modos tradicionais de leitura e autorrepresentação estão a ser desafiados e até postos em causa.
- Gaibéus: o censor gostou…Publication . Carmo, Carina Infante doDatado de 15 de Fevereiro de 1940, o relatório do censor de Gaibéus é uma peça surpreendente e reveladora da teia salazarista que cerceava a liberdade de criação. O livro saíra em Dezembro do ano anterior, em edição de autor, distribuída pela Livraria Portugália, com capa de um amigo de Redol, Antero Ferreira.
- A história contada às crianças. Duas versões contraditórias do herói fundador portuguêsPublication . Carmo, Carina Infante doÉ certamente indesmentível que a velho arte de contar histórias constitui uma necessidade humana, um estímulo à fantasia e ao sonho.
- L’écriture historicisée de José Gomes Ferreira: une chronique de la Révolution des OeilletsPublication . Carmo, Carina Infante doRevolução Necessária (1975) de José Gomes Ferreira est un recueil de chroniques écrites dans la chaleur du Portugal de 1974. Entre l’historique et l’autobiographique, le chroniqueur y parle d’une révolution au quotidien et l’observe avec un regard ému, engagé et ironique. Il y réévalue l’histoire portugaise du XXe siècle et l’auto-image nationale, sans les euphémismes de la censure ni l’irréalité imaginaire d’un empire colonial, qui alors se désintègre définitivement. De même il y évoque tous ceux qui ont résisté à la dictature de Salazar, il y prend recul vis-à-vis des événements et définit sa position lucide et ravie dans la Révolution des Œillets.
- La fuite-salto dans Cinco Dias, Cinco Noites, de Manuel TiagoPublication . Carmo, Carina Infante doLa nouvelle Cinco Dias, Cinco Noites (1975) est sûrement l’un des exemples les plus emblématiques du thème du voyage comme fuite dans la littérature portugaise contemporaine. L’auteur l’a publiée sous le pseudonyme de Manuel Tiago et ce n’est qu’en 1994 que sa véritable identité a été révélée au public : il s’agissait de Álvaro Cunhal, le leader historique du Parti Communiste Portugais. Malgré son origine liée à l’histoire portugaise récente, Cinco Dias, Cinco Noites exploite moins le contenu politique que le conflit et l’apprentissage des deux protagonistes en fuite. Évoluant de la méfiance à la subtile complicité, les deux personnages – le jeune André, qui doit fuir le Portugal des années 1940 pour des raisons politiques, et le rude contrebandier Lambaça, qui le guide clandestinement jusqu’à la frontière espagnole – sont très différents. Par une écriture dépouillée, la nouvelle raconte un itinéraire épuisant effectué à deux durant cinq jours et cinq nuits. Sans que soit abordée la transformation du fugitif en émigré, ce récit métaphorise tout un pays qui, sous la dictature de Salazar, a passé la frontière pour des motifs politiques ou pour de simples raisons de survie : « a salto », comme l’on dit en Portugais, en secret, à pied, à travers les montagnes et les villages perdus. L’évidence du voyage comme fuite justifie une analyse des bases narratives du thème dans la nouvelle mais aussi celle du rapport intime et tendu des fugitifs avec le paysage physique et humain de Trás-os-Montes.
- A maior escritora de todos os tempos portugueses segundo José Gomes FerreiraPublication . Carmo, Carina Infante doA 4 de Maio de 1966 José Gomes Ferreira assinala, no primeiro volume da sua série diarística Dias Comuns, o êxito da 2ª. edição de Solidão (1939) de Irene Lisboa.
