Repository logo
 
Loading...
Profile Picture

Search Results

Now showing 1 - 10 of 15
  • Fertigation and growth regulator on coffee seedling production in tubes
    Publication . Coelho, Victor Peçanha de Miranda; Rosa, Kelly Martins; Paiva, Paulo; Moreira, Édimo Fernando Alves; Carvalho, Mychelle
    The use of quality seedlings is important in establishing a productive coffee crop. However, the most widely used method to produce coffee seedlings is time consuming (6-12 months) and lacks new production technologies. This study aimed to assess the use of fertigation and a growth regulator in the production of coffee seedlings, in order to develop a system faster than the conventional method. For that, Topázio coffee cultivar seeds were pre-germinated and planted in tubes flled with substrate (composted pine bark), in a protected nursery. A randomized block design was used, in a 4 x 2 (fertigation levels x the use or not of growth regulator) factorial scheme, with four replications. Daily fertigation positively influenced all the growth variables evaluated. The foliar spraying of the growth regulator had little effect on seedling growth. When compared to the conventional system described in the literature, the coffee seedling production system described here reduced, by around 60 days, the production time and enables a largescale production
  • Evolução e manejo dos insetos sugadores dos citros
    Publication . Yamamoto, Pedro; Paiva, Paulo
    No Brasil, a citricultura merece destaque tanto pelo número de empregos e renda que gera, como pela dificuldade no manejo das pragas e doenças que ocorrem na cultura. Em virtude do grande número de artrópodes pragas, alguns deles vetores de doenças destrutivas, o controle químico tem sido utilizado, muitas vezes, sem critérios técnicos, causando efeitos colaterais indesejáveis.
  • Hidrogenionic potential (pH) of the attractant, trap density and control threshold for Ceratitis capitata (Diptera: tephritidae) on Hamlin oranges in São Paulo central region, Brazil
    Publication . Paiva, Paulo; Parra, José
    This study evaluated the effect of initial pH values of 4.5, 6.5 and 8.5 of the attractant (protein bait) Milhocina® and borax (sodium borate) in the feld, on the capture of fruit flies in McPhail traps, using 1, 2, 4 and 8 traps per hectare, in order to estimate control thresholds in a Hamlin orange grove in the central region of the state of São Paulo. The most abundant fruit fly species was Ceratitis capitata, comprising almost 99% of the fruit flies captured, of which 80% were females. The largest captures of C. capitata were found in traps baited with Milhocina® and borax at pH 8.5. Captures per trap for the four densities were similar, indicating that the population can be estimated with one trap per hectare in areas with high populations. It was found positive relationships between captures of C. capitata and the number of Hamlin oranges damaged, 2 and 3 weeks after capture. It was obtained equations that correlate captures and damage levels which can be used to estimate control thresholds. The average loss caused in Hamlin orange fruits by C. capitata was 2.5 tons per hectare or 7.5% of production.
  • A citricultura portuguesa e a ameaça do HLB
    Publication . Paiva, Paulo; Duarte, Amilcar
    A produção de citros em Portugal tem uma longa tradição. Desde que a laranjeira doce foi introduzida na Europa, Portugal produz e exporta citros. Na segunda metade do século XX, deu-se um forte aumento da área ocupada com a cultura. Nas últimas décadas, houve uma evolução, com a modernização dos pomares, aumento da produtividade e melhoria da qualidade dos frutos.
  • Lagartas em citros, com ênfase em Helicoverpa armigera: uma breve revisão
    Publication . Paiva, Paulo; Yamamoto, Pedro Takao
    Entre as pragas de citros no Brasil, o grupo das lagartas tem importância menor que ácaros e insetos vetores de patógenos. As espécies de lagartas de maior destaque são o bicho furão, Gymnandrosoma aurantiana Lima (Tortricidae), e a minadora de folhas, Phyllocnistis citrella Stainton (Gracillariidae). Outras pequenas lagartas que ocorrem em folhas novas de citros e que podem danifcar frutos jovens são: Platynota rostrana (Walker) (Tortricidae), Argyrotaenia sphaleropa (Meyrick) (Tortricidae), Phidotricha erigens Raganot (Pyralidae), Cryptoblabes gnidiella (Millière) (Pyralidae) e Oxydia apidania (Cramer) (Geometridae). Além dessas, duas espécies desfolhadoras são relatadas em citros, Heraclides thoas brasiliensis (Rothschild & Jordan) (Papilionidae) e Heraclides anchisiades capys (Hübner) (Papilionidae). A confrmação da introdução de Helicoverpa armigera (Hübner) (Noctuidae) no Brasil em 2013 é mais um risco ao cenário ftossanitário da citricultura. Em citros, têm sido observadas infestações esporádicas de H. armigera em folhas jovens, frutos verdes e frutos maduros, assim como nas plantas daninhas dos pomares, justifcando estudos sobre este inseto, uma vez que em outros países do hemisfério sul, como África do Sul e Austrália, H. armigera é praga dessa cultura. Este texto tem por objetivo apresentar uma breve revisão da literatura das espécies de Lepidoptera com importância em citros, com ênfase em H. armigera, sua biologia, dano em citros e práticas para seu manejo.
  • Pitaia: perspetivas e dificuldades de uma “nova” cultura
    Publication . Trindade, Ana Rita; Reis, Adélia; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; Paiva, Paulo; Duarte, Amilcar
    No Algarve, onde existem condições edafoclimáticas favoráveis ao cultivo de algumas espécies frutícolas exóticas, oriundas de climas tropicais ou subtropicais, surge o interesse no cultivo da pitaia. Esta cultura apresenta altas produções em alguns países e é adequada para terrenos de pequenas dimensões. Ela acaba por satisfazer também a necessidade de diversificar a fruticultura da região. Devido à sua aparência exótica e ao seu alto valor nutritivo, a pitaia tem sido cada vez mais procurada em diversos países, principalmente pelos mercados asiáticos e europeus. Para desenvolver a cultura da pitaia no Algarve foi constituído um grupo operacional cujo objetivo principal visa inovar ao nível das tecnologias de produção para a pitaia vermelha, testando a sua produtividade, rusticidade e qualidade dos frutos. Começou-se por fazer um levantamento da situação desta cultura em Portugal. Estão também a ser instalados vários campos de ensaio/recolha de dados, sobre várias espécies de pitaia vermelha.
  • Áreas de gestão fitossanitária para Ceratitis capitata e Trioza erytreae: nova abordagem para a citricultura portuguesa
    Publication . Paiva, Paulo; Neto, Luis; Duarte, Amilcar
    O controlo de pragas em áreas de gestão fitossanitária - AGF - (area wide pest management) é uma extensão da proteção integrada aplicada a uma praga alvo numa dada área geográfica, geralmente envolvendo várias explorações agrícolas e áreas vizinhas com plantas hospedeiras ou de refúgio do organismo alvo. Estas áreas incluem, para além das explorações comerciais, culturas abandonadas, hospedeiros alternativos e quintais que, sendo hospedeiros da praga, são fontes de novas infestações e justificam a sua incorporação nas áreas de gestão fitossanitária. A supressão da praga numa área de gestão fitossanitária reduz a reinfestação vinda de áreas não controladas, aumentando a eficácia das táticas de proteção integrada.
  • O Huanglongbing (HLB) no Brasil: o que se conseguiu desde 2004
    Publication . Paiva, Paulo; Duarte, Amílcar
    A citricultura brasileira tem sido acometida por várias doenças, muitas delas, limitantes. Na década de 1930 a ocorrência do vírus da tristeza dos citrinos (CTV) causou a morte de cerca de dez milhões de árvores enxertadas em laranjeira azeda. Duas décadas depois, a introdução da bactéria Xanthomonas axonopodis pv. Citri, causadora do cancro cítrico motivou a criação de um programa nacional de erradicação desta doença, mantido no estado de São Paulo até recentemente. A erradicação nunca foi alcançada mas manteve a doença com baixa incidência. Anomalias relacionadas com porta-enxertos como o declínio dos citrinos (citrus blight) na década de 1970 e a morte súbita dos citrinos, no final da década de 1990, ambas sem causa conhecida, foram controladas com a substituição de porta enxertos suscetíveis por tolerantes. Atualmente, duas doenças têm alto custo de controlo: uma virose de laranjeiras doces causada pelo vírus da leprose dos citros (CiLV) e transmitida pelo ácaro Brevipalpus phoenicis e a pinta preta dos citrinos (citrus black spot), cujo agente causal é o fungo Guignardia citricarpa. Para além dessas doenças, o surgimento da clorose variegada dos citrinos (CVC) na década de 1980 mudou a citricultura brasileira. A CVC, causada pela bactéria de xilema Xylella fastidiosa e transmitida por 12 espécies de cigarrinhas, obrigou a que a produção de plantas (mudas) fosse feita em ambientes protegidos de insetos vetores. Em 2000 toda a formação de plantas estava em estufas. Além disso, adotou-se o sistema de cultio em substrato, em bancadas, para evitar a contaminação com Phytophthora spp. e fitonematóides. Como as plantas mães (matrizes) já estavam certificadas e protegidas, assegurou-se a sanidade do material de propagação.
  • Pitaia: perspetivas e dificuldades de uma "nova" cultura
    Publication . Trindade, Ana Rita; Reis, Adélia; Sabbo, Luís; Trindade, Diamantino; Paiva, Paulo; Duarte, A.
    No Algarve, onde existem condições edafoclimáticas favoráveis ao cultivo de algumas espécies frutícolas exóticas, oriundas de climas tropicais ou subtropicais, surge o interesse no cultivo da pitaia. Esta cultura apresenta altas produções em alguns países e é adequada para terrenos de pequenas dimensões. Ela acaba por satisfazer também a necessidade de diversificar a fruticultura da região. Devido à sua aparência exótica e ao seu alto valor nutritivo, a pitaia tem sido cada vez mais procurada em diversos países, principalmente pelos mercados asiáticos e europeus. Para desenvolver a cultura da pitaia no Algarve foi constituído um grupo operacional cujo objetivo principal visa inovar ao nível das tecnologias de produção para a pitaia vermelha, testando a sua produtividade, rusticidade e qualidade dos frutos. Começou-se por fazer um levantamento da situação desta cultura em Portugal. Estão também a ser instalados vários campos de ensaio/recolha de dados, sobre várias espécies de pitaia vermelha.
  • Situação atual do Huanglongbing, Clorose Variegada dos Citros e morte súbita na citricultura
    Publication . Yamamoto, Pedro; Paiva, Paulo
    A citricultura é uma das principais atividades agrícolas no Brasil, sendo um dos setores mais competitivos e com maior participação no mercado externo. O sistema agroindustrial citrícola movimenta R$ 9 bilhões por ano e gera mais de 400 mil empregos diretos e indiretos (NEVES et al., 2007). Apesar da grandiosidade econômica, pode-se dizer que esta citricultura é bastante vulnerável a ocorrência de doenças, principalmente pelo fato de apresentar: i) baixa variabilidade de variedades copa (‘Pera’, ‘Natal’, ‘Valência’ e ‘Hamlin’ representam 92% da citricultura); ii) baixa variabilidade de variedades porta-enxerto (o limoeiro ‘Cravo’, Citrus limonia Blanco, representa mais de 85% dos porta-enxertos utilizados); iii) ausência de descontinuidade temporal de plantas cítricas (por tratar-se de cultura perene, as plantas estão expostas a infecções e ataques de insetos por longo período de tempo); iv) plantios contínuos, sem barreiras físicas e com intenso tráfego de pessoas (áreas contínuas ou próximas, com aproximadamente 500 mil hectares). Dentre os problemas fitossanitários da cultura dos citros, duas doenças são limitantes, o Huanglongbing (ex greening dos citros, ou HLB), e a Clorose Variegada dos Citros (CVC), ou amarelinho. Essas doenças têm grande importância por causarem significativos danos à produção, por aumentarem o custo de produção e por serem disseminadas por insetos vetores. A morte súbita dos citros (MSC), já foi considerada uma grande ameaça para a citricultura brasileira, mas sua ocorrência restringe-se às regiões norte e noroeste de São Paulo e sul do Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. No entanto, pela alta intolerância do limoeiro ‘Cravo’ à MSC, principal porta-enxerto no Brasil, segue como uma doença em potencial para a citricultura (GIMENES-FERNANDES et al., 2002). Portanto, um panorama sobre a situação dessas doenças, particularmente em São Paulo, é importante para o planejamento de novos plantios e estratégias de manejo ou controle das mesmas.