FCH3-Livros (ou partes, com ou sem arbitragem científica)
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Livro científico ou capítulo de livro científico ou obra que resulte de investigação
a) livro científico, com arbitragem científica, ou exposição com carácter individual e com comissariado ou direcção de trabalho performativo, com relatório avaliadob) capítulo de livro científico, com arbitragem científica, ou exposição em evento colectivo com comissariado ou participação em trabalho performativo, com relatório avaliado
c) livro científico, sem arbitragem científica, ou exposição com carácter individual e com comissariado ou direcção de trabalho performativo, sem relatório avaliado
d) capítulo de livro científico, sem arbitragem científica, ou exposição em evento colectivo com comissariado ou participação em trabalho performativo, sem relatório avaliado
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Percorrer FCH3-Livros (ou partes, com ou sem arbitragem científica) por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Humanidades"
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- Beyond the destination: Storytelling as a tool for experiential marketingPublication . Campos, Ana Cláudia; Nogueira, Adriana; MetinThe objectives of this Chapter are to: Emphasise the transition of destination marketing to the experiential perspective; Highlight the role of storytelling in destination marketing; Connect destination storytelling to the experiential marketing approach; Showcase stories that differentiate the tourism destination; Discuss the case of Sagres Fortress, Algarve, Portugal.
- Cassandra: Um poema ecfrástico do blogue de Nuno JúdicePublication . Nogueira, Adriana; Marques, Susana; Silva, Maria de FátimaPartindo das afirmações de Nuno Júdice, de que “a poesia é uma coisa visual” (2018: 60), e de que o que considera “importante num poema ecfrástico (…) é que ele possa também viver sem a imagem que o inspira” (2018: 63), irei debruçar-me sobre o modo como podem (sobre)viver as personagens da Antiguidade na sua poesia ecfrástica, no caso em análise, Cassandra, num meio digital que o poeta criou, entre 2006 e 2008, o blogue A a Z.
- D’Artagnan no cinemaPublication . Carvalho, Ana Alexandra Mendonça Seabra da Silva Andrade de; Grácio EditorGilmei Francisco Fleck (2010) sintetiza a relação entre cinema e literatura, destacando que, apesar de serem formas de arte distintas – a literatura pelas palavras e o cinema pelas imagens – elas possuem uma relação complexa e enriquecedora. Muitas obras cinematográficas são adaptações de textos literários, o que envolve uma transcodificação de sistemas semióticos, resultando em mudanças na narrativa original, que podem ampliar, reduzir ou modificar o conteúdo. Essa transformação não deve ser vista apenas como fidelidade ao texto, mas como uma nova leitura crítica da obra, com significados que podem expandir-se ou alterar-se. Além disso, o cinema, como arte mais recente, combina elementos de várias outras artes, criando narrativas visuais e sensoriais. Essa interação entre literatura, cinema e, por vezes, a história enriquece a interpretação e promove uma relação produtiva e crítica entre as formas de expressão artística e os factos históricos
- O feitiço do ouroPublication . Carvalho, Ana Alexandra Mendonça Seabra da Silva Andrade de; Carvalho, João Carlos Firmino Andrade deO segundo pecado capital da Antologia organizada por Afonso Praça é a Avareza, que ficou a cargo do próprio em “Cenas da Vida Real” (Praça, 2005: 51-65). A avareza parece ser o pecado mortal que menos suscita a nossa indulgência, odiado quase unanimemente. Com maior facilidade, poderíamos admitir vícios como a soberba, a gula, a ira, a luxúria, a preguiça, até mesmo a inveja, mas nunca a avareza. Desprezamos personagens como o Tio Patinhas dos livros de quadradinhos da nossa infância, o Mr. Scrooge da Canção de Natal 2 , o Euclião de Plauto3 , o Harpagon de Molière4 e muitos outros completamente cativados pela febre do ouro. Do latim avaritia, este traço de caráter interessou muitos filósofos e artistas desde a Antiguidade, tendo sido alvo de duras críticas.
- Hercules in Twenty-first-century MusicPublication . Nogueira, AdrianaThis chapter deals with the context of the use of the name Herakles/Hercules in the music scene in the twenty-first century. The chapter will examine lyrics and video clips (where available) by musicians from different languages (English and Portuguese) to understand how Hercules has been used by these artists: what they picked from the hero and what they left behind. Examples focused on are Hercules & Love Affair, the rap group Traffik & DJ Pro Style and the Brazilian rapper C4bal. The discussion will attempt to determine whether Hercules is only the myth or whether there is a more specific classical reference and reflect on why Hercules and not other heroes is referred to by considering the different meanings and referents of Hercules.
- A Imagem do Inferno. Leitura ecocrítica de Uma Noite Com o Fogo, de António Manuel VendaPublication . Nogueira, Adriana; Carvalho, Ana Cristina; Quinteiro, Sílvia; Constâncio, NatáliaCom uma leitura ecocrítica de Uma Noite com o Fogo (2009) de António Manuel Venda, procura-se realçar a presença dos conceitos de land affect e da falsa dicotomia «local/global», bem como demonstrar como se pode abrir caminhos para a corrente chamada «Ecosofia Transpessoal» (onde se pode incluir a «Ecologia Profunda»). A ligação à terra, a empatia, o conhecimento do lugar e a memória constroem esta novela, que, apesar de assumir características autobiográficas, permite que a experiência individual seja extrapolada para a coletiva. A ficção reúne, ainda, características do género suspense, que tanto mais sobressai quanto se sabe que o final é do domínio da realidade objetiva e do conhecimento geral – os incêndios de Monchique, em 2003
- Mito de Perséfone no espaço familiar de Armando CorreiaPublication . Nogueira, Adriana; Furtado, Rodrigo; Rodrigues, Nuno Simões; Lóio, Ana; Valério, João PauloO artigo analisa a receção do mito de Perséfone na obra de Armando Correia, integrada no espaço doméstico do artista. A análise cruza fontes clássicas com a leitura visual e espacial da obra. Defende-se que a mitologia desempenha um papel estruturante no discurso estético do artista, contribuindo para os estudos de receção clássica fora do contexto museológico.
- Posfácio. As Matinas de Citera segundo Claude CrébillonPublication . Carvalho, Ana Alexandra Mendonça Seabra da Silva Andrade de; Grácio Editor"A Noite e o Momento" ou "As Matinas de Citera", segundo Claude Crébillon. Tradução e posfácio de Ana Alexandra Seabra de Carvalho.
- Quatro elogios da preguiçaPublication . Carvalho, Ana Alexandra Mendonça Seabra da Silva Andrade deO sétimo pecado capital da Antologia organizada por Afonso Praça é a Preguiça, que ficou a cargo de Fernando Dacosta em “Reformular a Utopia” (Dacosta, 2005: 153). Ao longo de 15 páginas, o autor desenvolve um texto de natureza ensaística refletindo sobre a Preguiça numa perspetiva positiva, impulsionadora da criatividade e da utopia transformadora. Diz ele: “o português encontra na imobilidade pulsões de criação. Por isso, cultivou as navegações, a poesia, o saudosismo, o messianismo, o fatalismo; por isso, se lava em lágrimas, deleita em desgraças, adia esperas” (Dacosta, 2005: 164). “Fábula de fim de milénio”, segundo o autor, nela se cruzam as simbologias da formiga (produção), do coelho (reprodução) e da lagartixa (inação), de modo a “fazerem hibernar, de vez, a cigarra” (Dacosta, 2005: 167, itálicos nossos).
