Browsing by Author "Lameira, Francisco"
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- Os antecedentes artísticos de Caetano da Costa: a fase lisboetaPublication . Lameira, Francisco; Ferreira, SílviaO principal objectivo deste artigo centra-se no estudo dos antecedentes familiares e artísticos do arquitecto e escultor português Caetano Alberto da Costa, antes da sua ida para Sevilha. Filho do mestre entalhador António da Costa, Caetano da Costa aprende a sua arte e treina as suas aptidões na ofi cina de seu pai nos inícios do século XVIII, aprendizagem que lhe permitirá anos mais tarde, já em Sevilha, o pleno desenvolvimento e consolidação da sua arte.
- Contribuição para o estudo do retábulo barroco no alentejo: a oficina do insigne escultor Manuel de Abreu do ÓPublication . Lameira, FranciscoDe entre os grandes mestres entalhadores portugueses da época barroca sobressaem dois algarvios - Manuel Martins, natural de faro, e Manuel de Abreu do Ó, natural de Tavira. Enquanto que o primeiro faz toda a sua carreira no Algarve, o segundo é atraido por um centro produtivo de maiores dimensões - a região alentejana - tendo-se aí afirmado pela sua competência e está na origem de uma das mais proeminentes oficinas de entalhe na segunda medade do século XVIII, cujo vulto principal é o seu filho Sebastião de Abreu do Ó.
- A escultura Barroca AlgarviaPublication . Lameira, Francisco; Correia, José Eduardo HortaO presente estudo tem as suas raízes mais profundas em 1983, ano em que o Dr. Álvaro Vieira Simões, meu antigo professor de várias cadeiras de História da Arte na Faculdade de Letras de Lisboa me incentivou e orientou na listagem de identificação, ordenamento e classificação do espólio de obras de talha e escultura na cidade de Faro desde os finais do século XVI até ao primeiro quartel do século XIX..
- Imaginária retabular algarviaPublication . Lameira, Francisco; del Rio João, MartinaCom a publicação da Imaginária retabular algarvia, a coleção Promontoria Monográfica História da Arte, já no seu volume 32, abre agora caminho a uma nova linha da história da arte. O valor identitário dos objetos artísticos retabulares no património cultural português ficou bem claro nos volumes anteriores, apresentados nas suas múltiplas geografias, tipologias, funções, iconografias, estruturas materiais e técnicas, em cronologias de muito alargado arco temporal e sob diferentes formas artísticas.
- Os irmãos Martins: Manuel e Gaspar os mais reputados mestres entalhadores e escultores algarvios na primeira metade de SetecentosPublication . Lameira, Francisco; João, Martina del RioO presente volume, com o título Os irmãos Martins: Manuel e Gaspar, os mais reputados mestres entalhadores e escultores algarvios na primeira metade de Setecentos, debruça-se sobre o património retabular e escultórico executado na primeira metade do século XVIII por dois irmãos entalhadores e escultores, os mais reputados na diocese algarvia desse período. Ambos com oficinas sediadas na sede do bispado e curiosamente aprendendo o ofício na loja ou tenda de um italiano radicado na cidade na cidade de Faro desde a década de 1680 e que, entretanto, casou com a irmã mais velha dos Martins.
- Os nichos dos santos da Ordem Terceira de São Francisco, em LouléPublication . Lameira, Francisco; João, Martina del RioA 13 de janeiro de 1745, o tabelião de Notas de Loulé, António Palermo da Ponte Farinha, desloca-se às casas de morada do sargento-mor Nuno Mascarenhas Pessanha, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e reitor da irmandade de São Sebastião, onde se dirigiram também o mestre entalhador João Amado, morador na Fonte dos Canos, nos arredores de Loulé e três testemunhas. Aí é lida e assinada uma escritura de contrato, na qual se refere que o dito João Amado se compromete, pela quantia de 134$400 réis, a executar dez nichos de madeira na igreja de São Sebastião/de São Francisco. Entre as cláusulas desta escritura é referido que fará os ditos nichos na forma da planta e risco delineado para esta obra e no caso de os não concluir até de setembro do mesmo ano, perderá seis moedas de ouro de 4$800 réis cada uma.
- Notas de leituraPublication . Lameira, FranciscoO livro Braga de André Soares, da autoria de Eduardo Pires de Oliveira, editado em 2014 pelo Centro Atlântico Ldª, em versão bilingue, apresenta 160 páginas, muitas delas ilustradas com fotografias de um profissional credenciado, Libório Manuel Silva.
- Quando a fé transborda. Altares geminados e com arcoPublication . Lameira, Francisco; João, Martina del RioO Departamento de Artes e Humanidades da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve assume a publicação, em suporte eletrónico, do volume 29 da coleção Promontoria Monográfica História da Arte, que se dedica exclusivamente ao estudo dos retábulos no Mundo português. O presente volume, com o título Quando a fé transborda: altares geminados e com arco, debruça-se sobre um conjunto de retábulos dos séculos XVII e XVIII que, apesar de diminuto, utiliza soluções castiças ou peculiares com maior acolhimento no Mundo Português. Excetuando alguns altos dignitários que tomavam por modelo as normas vigentes em Roma e preferiam retábulos de pedraria, a larga maioria da clientela preferiu a madeira predominantemente entalhada, dourada e policromada. Houve, no entanto, alguns retábulos que se interligaram entre si ou então ocuparam superfícies próximas, complementadas por diferentes modalidades artísticas, contribuindo deste modo para a criação de uma aparatosa cenografia, propícia a um maior envolvimento dos fiéis na vivência coletiva dos diversos eventos religiosos, incluindo a morte.
- O retábulo da capela-mor da igreja do Mosteiro da Cartuxa de Évora (projecto de José Benito de Churriguera?)Publication . Lameira, FranciscoAs relações artísticas entre Portugal e Espanha, nomeadamente nas regiões fronteiriças de ambos os países, foram uma constante ao longo dos séculos XVII e XVIII.
- O retábulo em Portugal: o Barroco Final (1713-1746)Publication . Lameira, Francisco; Serrão, VitorO presente texto é a terceira e última parte de uma abordagem ao retábulo barroco em Portugal e surge na continuação dos dois anteriores artigos, ambos publicados na Promontoria. Revista do Departamento de História, Arqueologia e Património da Universidade do Algarve, o primeiro dedicado ao Protobarroco (1619-1668)1 e o segundo ao Barroco pleno (1668-1713)2. O período abordado no presente estudo tem como primeiro limite cronológico o ano de 1713, ocasião em que foi celebrada a escritura pública notarial respeitante à feitura do retábulo da capela-mor da igreja do antigo Colégio da Companhia de Jesus em Santarém, obra ainda existente e que corresponde, em face dos elementos por enquanto conhecidos, à primeira manifestação do novo formulário. Naturalmente, as regiões periféricas são sempre um pouco retardatárias apontando-se como exemplos de obras pioneiras o acrescentamento da tribuna da igreja do extinto Convento de Nossa Senhora do Carmo no Porto, obra ajustada em 17163; o retábulo da Sala do Capítulo da Sé do Porto, exemplar de 17184; os retábulos colaterais da Sé de Viseu, de 17255; o retábulo de São João Evangelista na igreja do antigo Convento de Nossa Senhora da Conceição em Beja, exemplar contratado em 17186; ou o retábulo da capela de Santa Bárbara, já desaparecido, na extinta igreja do Colégio de Santiago Maior em Faro, ajustado em 17247.
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