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- Cinema e educação: que relação na era da Internet?Publication . Soares, Ana Isabel; Cardoso, Teresa; Pinto, JoãoO presente artigo aborda a relação entre o cinema e a educação, perspetivando nomeadamente contributos do cinema para as aprendizagens na atual sociedade. Analisamos como o cinema se tem cruzado com a pedagogia educacional e os novos caminhos para a sua integração nos contextos educativos de acordo com os mais recentes paradigmas do ensino e das aprendizagens ao longo da vida. Ao expormos a relação do cinema com a educação no contexto dos estilos de vida digitais da atual sociedade, tendo em conta os fenómenos da transmedia e da convergência mediática, concluímos que na sociedade contemporânea o cinema continua a ter um grande potencial pedagógico, uma vez que é fácil compreender informações através dos estímulos audiovisuais, mas também porque este tipo de conteúdos assume uma importância crescente e transversal aos vários media e plataformas digitais.
- PNC e Redes Sociais: um estudo em torno de desafios e oportunidades na web socialPublication . Pinto, João; Cardoso, Teresa; Soares, AnaNeste texto propomo-nos a refletir sobre a relação entre o Plano Nacional de Cinema e as Redes Sociais, no contexto da sociedade atual, em rede, apresentando, para o efeito, o projeto de investigação em curso “Educação, Cinema, Redes Sociais: a estudo sobre o Plano Nacional de Cinema”. Os fundamentos do estudo passam pelos conceitos de educação aberta e audiovisuais, concebidos no âmbito da tríade teórica Educação/Cinema/Redes Sociais, com o propósito de compreender como este Plano faz uso das redes sociais digitais online, expoente máximo das ferramentas associadas à web social. Para o efeito, considera-se, em particular, a relação entre cinema, educação e redes sociais, tendo em conta os estilos de vida digital da sociedade contemporânea e a importância de desenvolver e divulgar diferentes literacias. Estas reflexões terão também em conta a prática do Plano Nacional de Cinema, iniciativa do governo português criada para promover o desenvolvimento da literacia cinematográfica no meio escolar. Por fim, será possível concluir que a afinidade entre cinema e educação remonta às origens do próprio cinema, tendo evoluído não só com as tecnologias fílmicas e metodologias pedagógicas, mas também com a influência de novos estilos de vida na sociedade. Assim, na sociedade digital, online e audiovisual de hoje, e como a relação entre cinema e educação também é dinâmica, encontra agora outros desafios e novas oportunidades. In this text we propose to reflect about the relationship between the Portuguese National Film Plan and Social Networks, in the context of current society, in a network, presenting, for this purpose, the ongoing research project “Education, Film, Social Networks: a study about the National Film Plan.” The fundamentals of the study include the concepts of open education and audiovisuals, envisaged under the theoretical triad Education / Film / Social Networks, with the purpose of understanding how this Portuguese Plan makes use of digital social networks online, the maximum exponent of the tools associated to the social web. For this purpose, the relationship between film, education and social networks is considered in particular, taking into account the digital lifestyles of contemporary society and the importance of developing and disseminating different literacies. Such reflections will also take into account the practice of the National Film Plan, an initiative of the Portuguese government created to promote the development of film literacy in the school environment. Finally, it will be possible to conclude that the affinity between film and education goes back to the origins of film itself, having evolved not only with filmic technologies and pedagogical methodologies, but also with the influence of new lifestyles in society. Thus, in nowaday's digital, online and audiovisual society, and since the relationship between cinema and education is dynamic too, it now finds both other challenges and new opportunities.
- Sobre os pobres no cinema de Manoel de OliveiraPublication . Soares, Ana IsabelNas últimas décadas, a fortuna académica da obra de Manoel de Oliveira tem-se desenvolvido num expoente contrário ao que parecia ditar o percurso de alguma critica.
- Emotions to scenes: a génese de um artefacto de média-arte digitalPublication . Pinto, João; Cardoso, Teresa; Soares, AnaEste texto tem como objetivo apresentar o desenho do Artefacto «Emotions to Scenes», e o respetivo processo criativo em média-arte digital, cuja génese reporta à interpretação que é feita pelos recetores das imagens e a associação que podem fazer às emoções. Através do artefacto, o recetor, ou usufruidor, poderá comparar as suas emoções com as de todos aqueles que também usufruíram da experiência. Numa época tão mediática como aquela em que vivemos, na qual constantemente se recebem imagens em movimento, com mensagens provocadoras da sensibilidade emocional dos recetores, o artefacto permite uma experiência reflexiva em torno de tais estímulos visuais, de uma cena de cinema, em que as emoções de cada recetor podem convergir ou divergir das dos outros usufruidores. Assim, pode ainda ser entendido como contributo para a reflexão sobre as literacias para os media no contexto dos atuais estilos de vida online.
- Cinema português/cinema literário?Publication . Soares, AnaAntes de refletir sobre o carácter adjetival presente no segundo termo do título, sugiro que se pense em como os nomes “literatura” e “cinema” frequentemente integram expressões mediadas por uma conjunção ou por locuções preposicionais: Literatura e Cinema, Cinema na Literatura, O Cinema da Literatura, enfim, a série de possíveis combinações e as adjetivações possíveis que, pela proximidade dos termos, delas deriva. Qualificar “cinema” como “literário” implica, desde logo, um entendimento (em separado) daquilo que é fílmico e daquilo que é literário. Só então se torna possível teorizar uma eventual relação entre ambos, uma expressão que sugira, do começo, a perspetiva a partir da qual se pensaria a contiguidade que instituem. Ora, é precisamente da dificuldade de imaginar um ponto de partida que, muitas vezes, se parte.
- Plano Nacional de Cinema: uma ferramenta para promover a Literacia mediática e inclusão digital?Publication . Pinto, João; Cardoso, Teresa; Soares, AnaNeste texto, propomos refletir sobre a literacia mediática e inclusão digital no contexto do Plano Nacional de Cinema (PNC). O nosso objetivo é compreender se o PNC pode ser uma ferramenta para o desenvolvimento de tais desígnios, entre outras competências, digitais e sociais, que atualmente são exigidas aos cidadãos. Para tal, convocamos a revisão de literatura encetada no âmbito do projeto de investigação em curso (“Educação, Cinema, Redes Sociais: um estudo sobre o Plano Nacional de Cinema”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia: SFRH/BD/137359/2018). Os nossos referenciais indicam que, cada vez mais, as tecnologias e a globalização do mundo proporcionam novos estilos de vida, com os media a afastarem-se dos tradicionais meios físicos e a convergirem para meios online, e a ser mediados por dispositivos eletrónicos, que se tornam quase como prolongamentos do corpo humano. Este cenário torna imprescindível uma preparação adequada do cidadão contemporâneo para a (sobre)vivência numa sociedade altamente mediatizada, que capacite a todos para o acesso a novos meios de comunicação, para a compreensão e a avaliação crítica da informação, e para a criação de conteúdos. A Escola tem a responsabilidade de acompanhar esta evolução e de preparar o indivíduo para novos desafios sociais e profissionais: logo, torna-se fundamental interligar a literacia mediática com o currículo e as atividades escolares. Verificamos que o PNC permite concretizar um trabalho importante em prol da literacia mediática e da inclusão digital, apoiando escolas e professores na realização de atividades transdisciplinares, em que o Cinema surge como recurso mediático. É possível, pois, concluir que o PNC constitui uma ferramenta promotora da literacia mediática e a inclusão digital, contribuindo para o fortalecimento da cidadania digital e de uma sociedade da informação mais inclusiva.
- Nem velho nem novo: outro documentário. Abordagem das tendências do documentarismo português no início do século XXIPublication . Soares, AnaEste trabalho apresenta o início de uma abordagem analítica do documentário português do início do século XXI. Pela proximidade do tempo em questão, o estudo padece por enquanto da ausência de um tratamento mais distanciado e sistemático da informação disponível. Em grande medida, as informações constantes no artigo e na tabela anexa acerca dos filmes documentais realizados em Portugal naquele período foram reunidas através do cruzamento de diferentes bases de dados, dispersas por instituições variadas, encontradas em catálogos de mostras e festivais, em entrevistas aos próprios realizadores ou disponibilizadas pelas produtoras.
- Ciclo de palestras Amatores in Situ – O Mundo Antigo visto por aqueles que o amam. Ruínas Romanas de Milreu, Estoi – Setembro A Dezembro 2020Publication . Soares, Ana Isabel; Bernardes, João PedroO presente ciclo de palestras é promovido pela CÍVIS – Associação para o Aprofundamento da Cidadania, que tem sede em Faro, juntamente com o Departamento de Artes e Humanidades (DAH) da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (FCHS) da Universidade do Algarve e o https://doi.org/10.14195/2183-7260_65_11 182 BOLETIM DE ESTUDOS CLÁSSICOS • 65 CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação (UAlg e Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa). A partir de uma ideia inicialmente elaborada e dinamizada por Adriana Freire Nogueira, docente do DAH e atual Diretora Regional de Cultura do Algarve, o ciclo foi até 2018 por ela coordenado. Nas edições de 2019 e 2020, tem a coordenação de João Pedro Bernardes e Ana Isabel Soares, docentes do DAH. Tanto um quanto outra participaram, como palestrantes, em edições anteriores AMATORES IN SITV. O primeiro, arqueólogo, investigador e docente responsável por disciplinas das áreas de Arqueologia e Património, tem no seu currículo um número incontável de palestras e ações de divulgação do conhecimento sobre o mundo antigo; Ana Isabel Soares, cuja experiência de lecionação e apresentações públicas é igualmente extensa, é docente de disciplinas relacionadas com as Literaturas em Língua Inglesa e a Teoria da Literatura, e conhece o mundo antigo através de pesquisa histórica realizada em torno da herança literária da Antiguidade em períodos como o Romantismo e a contemporaneidade. Tem ainda colaborado na organização de eventos culturais e artísticos, entre os quais se destacam, para além de colóquios e congressos académicos, a programação literária da Feira do Livro de Faro e colaboração permanente com Bibliotecas Municipais da região.
- Plano Nacional de Cinema e literacias para os media: realidade ou utopia?Publication . Pinto, João; Cardoso, Teresa; Soares, AnaNeste ensaio, reflete-se sobre a iniciativa governamental Plano Nacional de Cinema (PNC), iniciada em 2012, como ferramenta promotora da literacia dos media. A tecnologia faz hoje parte do quotidiano – provoca transformações na vida dos cidadãos e cria estilos de vida digitais próprios de uma sociedade em rede, assim como dinâmicas que influenciam a educação, nomeadamente as práticas curriculares. O PNC contribui, neste contexto, para desenvolver e disseminar as literacias para os media. A revolução tecnológica, nomeadamente a digital, cujos efeitos se começaram a sentir à escala global a partir do início deste século, fez emergir um novo paradigma social, descrito como “sociedade em rede”, com impactos no comportamento dos indivíduos na sociedade e nas formas de aprender. Caracteriza-se por ser uma sociedade tecnológica altamente mediatizada, em que a imagem, nas suas várias formas, é tida como “a rainha” dos conteúdos. A imagem em movimento tem conquistado particular destaque nas redes sociais: demonstra um crescente potencial para contar histórias com imagens, sons e movimentos, numa dinâmica que remete para a essência do cinema. Estas transformações têm promovido novas atitudes nos utilizadores, que, além de consumidores de conteúdos criados por outros, passam a produzir também os seus próprios conteúdos. A possibilidade de qualquer indivíduo partilhar conteúdos, produzidos ou não por si, torna-o um potencial distribuidor, o que altera a relação produtor-consumidor: esta é hoje mais direta, rápida, e simples, além de outras novas características. Numa sociedade em rede, os cidadãos entendem-se como participantes ativos, construtores de uma inteligência coletiva, na busca de uma crescente envolvência com conteúdos e narrativas, e já não consumidores passivos de uma cultura abstratamente criada por outros. A ideia das novas literacias situa-se além do tradicional conhecimento, associado quase só à alfabetização (para a leitura e a escrita). Mais recentemente, inclui a capacidade de manipulação de tecnologias digitais – a chamada literacia digital. Pode considerar-se, portanto, que a literacia dos media emergiu dos novos ambientes de comunicação fundados nas tecnologias digitais. Que pode definir-se como a capacidade de aceder aos media (designadamente, televisão, cinema, vídeo, rádio, videojogos, imprensa e Internet), de compreender e avaliar de modo crítico os seus diferentes aspetos e os dos seus conteúdos, e de criar comunicações em diversos contextos. O cinema já assumira uma função educacional na sociedade; encontra agora novas possibilidades e meios para se envolver no quotidiano do público. O PNC, iniciativa direcionada para o contexto escolar, visa ajudar a preparar os alunos para serem melhores cidadãos na sociedade contemporânea. Se, por um lado, a evolução tecnológica provocou transformações sociais e educacionais, por outro, verifica-se que tais transformações implicam dos cidadãos a mobilização de novas competências e a promoção de novas literacias. A concluir, convocamos a questão do título para sugerir que o PNC constitui uma ferramenta de promoção da literacia dos media nos novos contextos audiovisuais, e que a educação para o cinema assume um papel para lá do de almejar a preparação do indivíduo para interpretar e compreender o cinema: que contribui para o preparar para ser melhor consumidor/produtor/distribuidor de conteúdos audiovisuais, na perspetiva de uma cidadania mais plena.
- Educação, cinema e redes sociais: um olhar a partir do Plano Nacional de CinemaPublication . Pinto, João; Cardoso, Teresa; Soares, AnaConsiderando a relação do cinema com a educação no contexto das redes sociais, o presente texto constitui-se como uma reflexão teórica em torno da tríade Educação/Cinema/Redes Sociais, no contexto de uma investigação doutoral em curso sobre a iniciativa governamental Plano Nacional de Cinema (PNC). A revolução tecnológica fez emergir uma sociedade em rede, em queas pessoas se vêem como cidadãos ativos, construtores de interações e conteúdos, e não apenas como consumidores passivos de uma cultura criada pelos outros. O cinema, enquanto arte audiovisual, sempre assumiu um papel educacional na sociedade, mas encontra agora novas possibilidades e caminhos para intervir, contando com públicos participativos, que, além de recetores, podem ser produtores de conteúdos audiovisuais no seu quotidiano. As novas formas de viver o cinema influenciam as atividades desenvolvidas pelo PNC e reforçam os seus objetivos educacionais. Este texto pretende ser um ponto de partida para o enquadramento teórico de uma investigação que visa compreender de que modo a referida iniciativa governamental tem feito uso das redes sociais digitais online , e contribuir para a consolidação do conhecimento científico sobre as áreas da Educação, do Cinema e das Redes Sociais.
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