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Percorrer FCH1-Teses por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "10:Reduzir as Desigualdades"
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- A fragmentação do corpo, a sua reconstrução e a sua relação com o inconsciente na criação artísticaPublication . Doré, Maria Emília Santos da Silva Custódio; Tavares, Mirian; Martinelli, PaulaNo contexto do Mestrado em Processos de Criação, propus a realização de um projeto intitulado A fragmentação do corpo, a sua reconstrução e a sua relação com o inconsciente na criação artística. A minha ideia é apresentar um trabalho artístico, bem como uma reflexão sobre o mesmo e os meus processos, usando como base a autoetnografia e/ou autobiografia. Para criar uma genealogia e o enquadramento do meu processo artístico dentro do campo das artes, irei analisar alguns processos de artistas que trabalharam sobre o corpo, ou com o corpo, na produção das suas obras. Analiso algumas obras criadas durante a pré-história, sem, no entanto, debruçar-me sobre uma cronologia exaustiva. A complexidade e a disparidade dos pensamentos aliados às pesquisas de trabalhos artísticos integram-se nas teorias de Cecília Salles em obras como Redes da criação: A construção da obra de arte (2008) e Gesto inacabado: Processo de criação artística (2012). Para Salles, qualquer que seja a forma de expressão escolhida, ela pode sempre se alterar e evoluir em diversas direções. Na tentativa de comunicar as ideias e conceitos que norteiam a minha criação artística, irei enfatizar a importante ligação do inconsciente com a criação que emerge através das metáforas, da materialidade e do objeto/obra selecionado para transmitir os conceitos e as ideias que permeiam cada criação.
- A fusão cognitiva como fator mediador na relação entre o bem-estar espiritual e a gestão da dor crónicaPublication . Sousa, Paula Cavalcante de; Giger, Jean-Christophe Henri François AntoineA dor crónica representa um importante problema de saúde pública mundial, pela sua alta prevalência e impactos, tanto para o sujeito quanto para a sociedade. A condição dolorosa exerce impactos multidimensionais na vida do indivíduo, interferindo em todas as esferas, tanto física, psicológica, social ou profissional. Vários estudos mostraram que a espiritualidade era associada com uma melhor gestão das doenças crónicas. Contudo, as razões dessa associação não são identificadas. Portanto, este estudo tem como objetivo investigar o papel da fusão cognitiva associada à dor como mediador na relação entre a espiritualidade e gestão da dor crónica. Para tal, 77 pessoas que vivenciam a dor crónica há pelo menos 1 ano, responderam a um questionário online. Os resultados indicam que o “bem-estar existencial” (uma de duas subdimensões do bem-estar espiritual) e a fusão cognitiva eram predictores da autoeficácia da dor crónica e que a fusão cognitiva era um mediador da relação entre o bem-estar existencial e a autoeficácia. As implicações práticas também são discutidas.
- A gratidão e o otimismo como fatores protetores na prevenção de sintomas depressivos em jovens universitáriosPublication . Luz, Rute Isabel Figueira da; Carmo, CláudiaA depressão é uma das patologias mais prevalentes entre os estudantes universitários, impactando negativamente o seu desempenho académico e qualidade de vida. A Psicologia Positiva, ao explorar virtudes como a gratidão e o otimismo, apresenta-se como uma abordagem eficaz na promoção da saúde mental. Este estudo teve como objetivo investigar o papel protetor da gratidão e do otimismo na sintomatologia depressiva dos jovens universitários. O estudo exploratório envolveu uma amostra de 341 estudantes universitários, com idades compreendidas entre os 18 e 35 anos. Todos os participantes responderam a um protocolo de avaliação online, composto por um questionário de avaliação sociodemográfica e os instrumentos Inventário de Depressão de Beck (BDI-II), o Teste de orientação para a vida revisto (LOT-R) e o Questionário da Gratidão (GQ-6). Os resultados indicaram que tanto a gratidão como o otimismo atuam como preditores importantes da depressão, ou seja, maiores índices de gratidão e de otimismo estão associados a menores índices de sintomatologia depressiva. Além disso, cada um deles exerce uma influência mediadora sobre o outro na relação com a depressão. O otimismo, especificamente, é um mediador forte na relação entre a gratidão e a depressão, enquanto a gratidão também desempenha um papel mediador na relação entre otimismo e depressão. Adicionalmente, verificou-se que o mecanismo do efeito combinado da gratidão x otimismo sugere evidências empíricas de como os dois construtos, de forma independente e interativa atuam na redução da depressão, sugerindo que intervenções focadas no fortalecimento que combinem essas virtudes podem auxiliar na prevenção da depressão. Conclui-se que quer a gratidão, quer o otimismo, de forma independente, mas sobretudo quando combinadas poderão constituir fatores protetores da sintomatologia depressiva. Evidencia-se a relevância da implementação de programas preventivos no contexto universitário que visem o desenvolvimento dessas características positivas.
- A relação entre a meta-desumanização e a saúde mental geral: os papéis mediadores da auto-desumanização e da fusão cognitiva numa amostra da população LGBPublication . Nunes, Paula; Giger, Jean-ChristopheMembros da comunidade Lésbica, Gay e Bissexual (LGB) têm uma maior probabilidade de desenvolver problemas ao nível de saúde mental e uma pior qualidade de vida em comparação com a população heterossexual. A investigação sugere que o facto de pertencerem a uma minoria sexual representa per se um fator de risco para desenvolver patologias a nível da saúde. Este estudo pretender investigar se existe uma relação entre a meta-desumanização e a saúde mental geral, como também, analisar se a auto-desumanização e a fusão cognitiva podem ser mediadoras nesta relação. 162 participantes responderam a medidas de autorrelato dos construtos em estudo; 62 participantes identificados com o género feminino (42%), 81 participantes com o género masculino (50%) e 13 participantes como não binários (8%), com idades compreendidas entre os 19 e 54 anos de idade. As correlações de Pearson refletem correlações estatisticamente significantes e positivas entre as variáveis, como também, as análises de mediação sugerem que meta-desumanização é um preditor significativo da auto-desumanização, da fusão cognitiva e da saúde mental geral. Os resultados também sugerem que a auto-desumanização é um preditor da fusão cognitiva e esta, por sua vez, é um preditor da ansiedade e insónia, dos sintomas somáticos, da depressão grave, mas não do disfuncionamento social. Estes resultados sugerem que níveis elevados de meta-desumanização podem contribuir para uma pior saúde mental geral porque aumenta a vulnerabilidade dos membros desta comunidade à auto-desumanização e fusão cognitiva.
- Aceitação do outro "diferente": atitudes, empatia e conceções sobre a deficiênciaPublication . Moniz, Carolina de Azevedo Botelho Cardoso; Martins, Maria HelenaA presente investigação tem como principal objetivo analisar as atitudes, empatia e conceções de deficiência numa amostra de 301 participantes, constituída por dois grupos amostrais, nomeadamente, um grupo de estudantes do Ensino Superior e um grupo amostral da população em geral. Pretende-se, assim, contribuir para maior consciencialização do papel da sociedade na inclusão social destas pessoas, no desenvolvimento de bens e serviços e na formação de profissionais. A presente investigação estrutura-se numa abordagem quantitativa, comparativa, com um design transversal, carácter exploratório e de tipo descritivo-correlacional. A recolha de dados realizou-se através de um protocolo constituído por um questionário sociodemográfico, pela Escala Likert de Atitudes Sociais em relação à Inclusão, pelo Índice de Reatividade Interpessoal e pela Escala Intercultural de Conceções de Deficiência. A recolha de dados foi feita de forma presencial e através da plataforma Google Forms. A análise dos dados foi realizada através do software SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) v28. Os resultados indicam que a Empatia e as Conceções da Deficiência desempenham papéis significativos na formação de Atitudes em relação às pessoas com Deficiência. O estudo identificou variações significativas nas perceções entre estudantes e a população em geral, influenciadas por características sociodemográficas. Os estudantes do Ensino Superior apresentaram Atitudes, Empatia e Conceções de Deficiência mais favoráveis comparativamente à população em geral, especialmente, no que respeita à Conceção Social da deficiência. Este estudo revela a necessidade de intervenções educativas que promovam uma compreensão mais profunda e inclusiva da deficiência, potencialmente impactando políticas públicas e práticas sociais. Apesar de uma maior empatia entre estudantes, as conceções de deficiência ainda estão influenciadas por fatores sociais, e o contacto próximo com pessoas com deficiência não garante uma melhoria nas atitudes.
- Acontecimentos de vida negativos e ideação suicida: o papel moderador do otimismo em jovens universitáriosPublication . Lapa, Vanessa Isabel Viegas; Brás, MartaO suicídio é um processo complexo, que se inicia com a ideação suicida e pode terminar no ato suicida. É um grave problema de saúde pública, sendo a quarta maior causa de morte entre os jovens a nível internacional e a segunda principal nos estudantes universitários. Destaca-se a importância de compreender o papel dos fatores de risco e protetores, de modo a implementar estratégias preventivas eficazes. Os acontecimentos de vida negativos (AVN) têm sido identificados como fatores de risco significativos para a ideação suicida. Contudo, a literatura é parca e inconsistente sobre o papel moderador de fatores protetores, como o otimismo, na mitigação do impacto dos AVN na ideação suicida. O presente estudo pretende analisar a relação entre a história de AVN e a ideação suicida e se o otimismo disposicional poderá funcionar como um moderador na relação entre estas duas variáveis. Participaram 80 estudantes universitários, entre os 18 e os 30 anos, que responderam a um Questionário Sociodemográfico, ao Inventário de Ideação Suicida Positiva e Negativa, ao Questionário de Trauma de Infância – Versão breve e ao Teste de Orientação de Vida – Revisto através de uma plataforma digital de recolha de dados. Os resultados indicam que os AVN predizem significativamente a ideação suicida. Verifica-se também que o otimismo se relaciona de forma negativa e significativa com a ideação suicida e que o otimismo não modera a relação entre os AVN e a ideação suicida. Na globalidade, os resultados foram ao encontro da literatura, enaltecendo que os AVN conferem risco para a ideação suicida e que o otimismo age como um fator protetor, embora não tenha um papel moderador. Conclui-se assim que tanto os AVN, quanto o otimismo estão inversamente associados com a ideação suicida. A vivência de AVN está associada a um aumento significativo nos níveis de ideação suicida, enquanto maiores níveis de otimismo estão relacionados a menores níveis de ideação suicida. Neste sentido, é essencial promover programas de apoio e intervenção que visam fortalecer o otimismo como parte da promoção da saúde mental.
- Acontecimentos negativos e ideação suicida: o papel mediador e moderador das razões para viver em jovens-adultosPublication . Gaspula, Renata Visani; Brás, MartaO suicídio é reconhecido como um problema de saúde pública e uma das principais causas de morte, sobretudo entre os jovens a nível mundial. Os acontecimentos de vida negativos são fatores de risco reconhecidos para a ideação suicida, sendo que a existência de razões para viver poderá ter um papel protetor nesta relação, embora falte clarificar se estas têm um papel mediador e/ou moderador. Os objetivos deste estudo consistem em analisar a relação entre experiências negativas, sintomatologia depressiva e ideação suicida, assim como investigar o efeito mediador e moderador das razões para viver. O estudo seguiu um desenho correlacional transversal com uma amostra de 224 jovens adultos portugueses. Os dados foram recolhidos através de instrumentos validados para a população portuguesa, como o Inventário de Ideação Suicida Positiva e Negativa (PANSI), o Questionário de Trauma de Infância (CTQ), Escala de Ansiedade, Depressão e Stresse (EADS-21) e o Inventário de Razões para Viver para jovens-adultos (RFL-YA). Os resultados indicaram que todas as experiências negativas na infância estão positiva e significativamente associadas à ideação suicida e a sintomas depressivos. De entre as Razões para viver estudadas, a Força Pessoal Percebida foi a única que mostrou ter um papel mediador significativo entre acontecimentos de vida (abuso emocional, abuso sexual, negligência emocional e negligência física) e a ideação suicida. Constatouse ainda que algumas dimensões das razões para viver moderam a relação entre acontecimentos de vida e a ideação suicida. A discussão ressalta a importância de estratégias de prevenção centradas no fortalecimento das razões para viver e no apoio aos jovens adultos afetados por experiências traumáticas na infância. Esta investigação contribui para uma melhor compreensão dos fatores psicológicos que influenciam o comportamento suicida e reforça a relevância da prevenção e apoio psicológico adequados.
- Ajustamento ao ensino superior em estudantes de Cursos Técnico Superior Profissional (CTeSP): efeito da exploração de carreira e da empregabilidadePublication . Rosa, Catarina Martins; Gamboa, Vítor Manuel PachecoOs Cursos Técnico Superior Profissional (CTeSP) surgem, no Ensino Superior (ES) português, como uma modalidade de formação profissionalizante, de curta duração. Considerando a crescente expressão destes cursos no ES, parece-nos pertinente analisar o efeito de variáveis de carreira, designadamente o papel das expetativas, recursos de empregabilidade e da exploração de carreira, no processo de ajustamento ao ES, tendo como indicadores a satisfação com o curso e de intenções de abandono, sendo este o objetivo principal deste estudo. Participaram 217 estudantes do 1º ano dos CTeSP, nomeadamente 171 da Universidade do Algarve (78.8%) e 46 da Universidade da Madeira (21.2%). Destes, 159 indivíduos do género masculino (71.9%) e 26.7% do género feminino, com idades compreendidas entre os 17 e os 76 anos de idade (M= 22.00; DP= 7.13). A empregabilidade percebida foi avaliada com recurso à Self-perceived Employability Scale, em duas dimensões, os recursos de carreira através da Medida Multidimensional de Empregabilidade (Lo Presti et al., (2019) adapt. Silva et al., 2023), e a exploração de carreira através da Career Exploration Survey (CES) (Stumpf et al., 1983; adapt Taveira (1997), e o ajustamento ao Ensino Superior, o qual resultou de dois indicadores, a satisfação e as intenções de abandono. Para analisar o efeito das expetativas de empregabilidade, dos recursos de carreira e da exploração de carreira (variáveis independentes) na satisfação e nas intenções de abandono (variáveis dependentes), foram calculadas equações de regressão. Os modelos testados explicam 71% da Satisfação com o Curso e 50% das intenções de abandono. Emergem como preditores individuais significativos da satisfação: o capital humano e desenvolvimento profissional (β=.39, p<.01), a empregabilidade interna (β=.22, p<.05), e a empregabilidade externa (β=.21, p<.01). Emergem como preditores individuais significativos das intenções de abandono: as expetativas referentes à entrada no mercado de trabalho após a conclusão do curso (β=-.27, p<.01); e a exploração do meio (β=.38, p<.01). Estes resultados sublinham a importância das variáveis da carreira no ajustamento ao Ensino Superior, nesta modalidade de formação.
- Análise prospetiva sobre a correlação entre fatores psicossociais, clínicos, sociodemográficos e a funcionalidade, em vítimas de AVC, com e sem afasia, em contexto de reabilitaçãoPublication . Rosário, André Filipe Fragoso Ramos do; Reis, Alexandra Isabel Dias; Silva, Dina Lúcia Gomes da; Dina Lúcia Gomes daO acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de incapacidade a nível mundial, frequentemente acompanhado por comorbilidades, como a afasia, que impactam significativamente a recuperação funcional dos doentes. Este estudo investigou a correlação entre algumas variáveis (sintomatologia depressiva, suporte social percebido, gravidade do AVC), e o estado funcional dos doentes no momento da admissão e na alta de um centro de reabilitação. Além disso, foram investigadas as correlações entre a sintomatologia depressiva e o grau de recuperação funcional, bem como entre o suporte social percebido e a sintomatologia depressiva. Foi criado um grupo específico de doentes com afasia, na tentativa de adquirir um melhor conhecimento sobre os desafios específicos deste subgrupo clínico, em relação às variáveis em estudo. A amostra foi composta por 27 doentes vítimas de AVC, dos quais quatro apresentaram uma perturbação afásica. A sintomatologia depressiva foi avaliada através do CES-D (doentes sem afasia) e do SADQ-H (para ambos os grupos). O suporte social percebido foi medido através do MSPSS (para doentes sem afasia) e de uma versão adaptada para os doentes com afasia. A gravidade do AVC foi avaliada pela NIHSS. Os resultados revelaram que os doentes com afasia apresentaram um pior estado funcional na admissão e uma tendência para AVC de maior gravidade. No entanto, conseguiram alcançar níveis de funcionalidade semelhantes aos dos doentes sem afasia após a reabilitação, apesar de um tempo de internamento mais longo. Nos doentes sem afasia, encontrou-se uma correlação entre a funcionalidade inicial e a sintomatologia depressiva, sugerindo que as limitações funcionais iniciais podem contribuir para o aumento dos sintomas depressivos na admissão. Ainda, neste grupo, o suporte social percebido exerceu um papel protetor contra a depressão dos doentes durante a reabilitação, mas não se associou diretamente à funcionalidade. Para os doentes com afasia, o apoio social percebido foi positivamente correlacionado com a funcionalidade na admissão.
- Análise temática da interação terapeuta-cliente: identificação das intervenções terapêuticas que potenciam a experiência emocional do clientePublication . Cruz, Sara Peralta da; Janeiro, Luís de BritoA Terapia para a Fobia aos Afetos preconiza que o sucesso terapêutico é determinado pela experiência emocional vivida na sessão pelos clientes. Apesar desta expectativa, as investigações até à data não determinam quais as intervenções terapêuticas que melhor potenciam essa experiência. O presente estudo pretendeu avaliar o tipo de intervenções terapêuticas que potenciam a experiência emocional nos clientes. Para o efeito, foram ouvidos e cotados 70 extratos de cinco minutos, a partir das sessões 2, 5 e 10 de cinco clientes (Midade = 24,6 anos; 60% do sexo feminino). As sessões das quais foram obtidos os extratos foram previamente cotadas com as subescalas da Escala de Aquisição dos Objetivos Terapêuticos para diferenciar em que situações o cliente revela Experiência dos Afetos (Ativadores) ou Afetos Inibitórios. A Análise Temática, à qual os dados foram submetidos, resultou em 2405 momentos, que deram origem a nove temas de intervenção terapêutica, com dois a sete códigos cada. Verificou-se que os terapeutas recorrem a fatores específicos num contínuo entre suporte e expressão, e comuns, maioritariamente a Demonstração de Atenção, o tema mais frequente. O Encaminhamento de Conteúdo é a intervenção que mais parece potenciar a experiência emocional, em particular, intervenções em que o terapeuta Convida a Clarificar e Questiona Detalhe. As intervenções que parecem resultar em mais afetos inibitórios foram as de Trabalho de Insight, sobretudo as centradas na Interpretação. Seguiram-se o Reforço dos Ganhos, particularmente os códigos Enfatiza e Celebra Aprendizagem e Consolida Aprendizagem. Foram ainda identificados dois temas relativos ao tópico e à postura, cada um com cinco códigos. No que concerne a estes temas, o Trabalho sobre o Self e a Postura Confrontativa parecem resultar em afetos inibitórios. Os dados encontrados possibilitam uma maior compreensão face às intervenções terapêuticas, temáticas e posturas que potenciam ou inibem a experiência dos afetos nas sessões.
